quinta-feira, 7 de julho de 2011

Emagrecendo com Sucos Desintoxicantes

Alimentação Desintoxicante e Emagrecimento

*Conceição Trucom

O corpo humano necessita de 5 alimentos para funcionar com saúde e harmonia. São eles:
- A água e líquidos que tomamos (direta ou indiretamente), para viabilizar todos os sistemas de transporte (trocas, nutrição, excreção, etc.) e comunicação, seja hídrica ou elétrica;
- Os nutrientes e micronutrientes, através dos alimentos ricos em carboidratos, proteínas e gorduras nutricionais, como também sais minerais, vitaminas, fibras, etc.;
- O prana, que é a energia solar e cósmica, que entra em nós através da pele e da respiração;
- O oxigênio que respiramos, para dar energia e vida a todas as 70 milhões de células e;
- A atividade física; para dar força e tônus a todos os sistemas.

E, quando falamos de sucos desintoxicantes, estamos mexendo diretamente com 3 destes alimentos.Os sucos desintoxicantes, por serem preparados como um coquetel de vegetais crus (frutas, folhas, raízes, legumes e germinados), frescos e maduros, cumprem a função de:
hidratar com a água e fibras naturalmente contida nos vegetais,
nutrir de forma efetiva e instantânea, pelo seu estado liquefeito e;
energizar e vitalizar, pois com seu frescor e maturidade, contém elevado teor de prana.

Bem, pesquisas têm demonstrado que a hidratação diária, da forma correta, é um hábito eficaz para o controle da obesidade. Esses estudos mostram que, mesmo a água comum, atua como um poderoso moderador de apetite e estimulante do metabolismo.

Mas, e se junto a esta água, temos agregado todo o valor nutricional e energético dos sucos desintoxicantes?
Multiplicaremos a possibilidade de sucesso!

As principais explicações
O consumo diário e regular de água e sucos desintoxicantes nos ajuda a:
comer cerca de 100 calorias a menos em cada refeição;
acelerar a digestão (e excreção) em cerca de 30%;
acordar todos os sistemas excretores, portanto, fazer uma faxina geral, ou seja, limpar as toxinas e venenos que prejudicam a saúde e o trabalho celular;
diminuir significativamente a absorção de carboidratos e gorduras e;
de brinde o cérebro fica mais ativo e produtivo.
Parece óbvio não?

O sucesso costuma estar no simples. Mas, o segredo, asseguram os especialistas, está na forma de hidratar-se. É preciso criar hábitos na quantidade, na frequência e nos momentos corretos.
A recomendação é tomar um total de 2 litros de água/dia. Não é difícil alcançar essa meta. Pense em 3 sucos desintoxicantes/dia (750 ml), mais 2 garrafinhas de 500 ml por perto (para tomar água sempre que lembrar), além do líquido naturalmente contido nas refeições.
Não vale tomar água ou sucos na hora do almoço ou jantar. Tome seus sucos desintoxicantes 30 a 60 minutos antes de cada refeição principal. Dessa forma, sem maior esforço, estima-se que menos 100 calorias serão consumidas em cada refeição, revela um estudo da Penn State University, nos Estados Unidos.

E mais, não fique muito tempo sem se alimentar ou tomar líquidos, pois o corpo vai ficando desidratado. Nessas condições, o metabolismo fica 50 vezes menos eficiente, ou seja, maior probabilidade de acumular gordura. Tome água mesmo quando não estiver com sede. Quando você chega a sentir a boca seca, significa que não consumiu a quantidade necessária de água, e mais, o cérebro, o sistema digestivo e as células já estão com uma queda de no mínimo 30% de sua eficiência.

Pesquisas demonstraram que as pessoas que têm o hábito da hidratação regular ao longo do dia, se sentem mais saciadas após as refeições, em comparação com aquelas que tomam líquidos somente durante as refeições.

Nosso corpo confunde as sensações de fome e sede. Ao tomar um bom suco desintoxicante 30 minutos antes das refeições, haverá uma natural redução do apetite e da compulsão.
E mais, beber 1 copo de suco ou mesmo água, acelera a digestão em até 30% durante 30 minutos, revelou um estudo alemão. Como a fome funciona em ondas, se você tomar 1 copo de suco (ou água) na hora da fome incoveniente, menterá seu organismo ocupado até que o novo pico de fome chegue.

Não precisa tanto, porque quando tomamos os sucos desintoxicantes e água regularmente, o organismo fica com o metabolismo mais rápido e é obrigado a usar suas reservas de gordura para dar conta do funcionamento acelerado. Isso significa que, ao tomar sucos desintoxicantes e água regularmente, boa parte dos carboidratos ingeridos a cada refeição não serão estocados, além da possibilidade de serem queimados os excessos de gordura corporal já estocados.
As células de gordura contém menor proporção de água que as demais células do organismo. Ao aumentar a proporção de água, tais células desestabilizam e tendem a se desfazer.

Alguns truques:
- Experimente colocar uma pedra de gelo no seu suco desintoxicante. O metabolismo irá ficar 4% mais ativo. Isso porque o organismo gasta energia para se aquecer do resfriamento provocado pela bebida gelada.
- Só em último caso - se você não consegue parar de comer mesmo quando já está satisfeita -, experimente tomar 1 copo de suco desintoxicante no final da refeição. Ele irá cortar a compulsão.
-Importante lembrar - os sucos desintoxicantes devem ser preparados com vegetais crus, frescos e maduros (idealmente orgânicos), devem ser ingeridos imediatamente após seu preparo e não devem conter açúcar.

*Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e a fonte.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Paz Essencial

Embora seja fundamental, a paz precisa de elementos para existir e se manter. Não falo da paz externa, a paz do descanso e da tranqüilidade diária; falo da paz essencial, sem a qual nossas vidas jamais serão plenas, e sem a qual a paz externa, como dolorosamente percebemos todos os dias, será sempre um sonho aparentemente inalcançável.

No âmago dos ensinamentos de Buda, no coração fundamental de tudo o que ele procurou demonstrar, encontramos os dois elementos sobre os quais a Felicidade se sustenta: a Liberdade e a Paz Interior. Buda fala do despertar, nos aponta para o caminho que nos conduzirá para a redescoberta de nós mesmos; ao longo deste caminho, não sem esforço e profunda concentração, estaremos nos despojando de medos e ódios, apegos e insatisfações, estaremos enfim nos libertando de nós mesmos. Esta espécie de morte e renascimento às vezes nos parece assustadora, ou então tolamente romântica, mas não é. Esta transformação é o que há de mais valioso nas experiências humanas, aquilo que faz de um simples ser humano esquecido de si mesmo um Buda desperto para o valor essencial de todas as coisas.

A Paz essencial pode e deve ser praticada. E para a praticarmos, devemos estar prontos para nos libertar de nós mesmos, deixando assim nossos espíritos abertos para a realidade das coisas. Para que esta paz seja criada, precisamos igualmente saber praticá-la em nossas mentes e atitudes, cultivando assim a semente da compaixão, tolerância e indiferenciação. Paz, portanto, não deve ser encarada como um ato político, social ou emocional; ela deve ser percebida com um ato vital, pleno, que se sustenta com a percepção clara do quanto às atitudes internas de impaciência, egoísmo e indiferença nos levam invariavelmente para atos cruéis e violentos, sejam eles políticos, sociais ou emocionais. Se em nossas próprias vidas particulares, quando tomamos alguma atitude de intolerância, frieza ou agressividade — às vezes consideradas tão banais e corriqueiras — contra nossos pais, irmãos ou irmãs, maridos ou esposas, filhos ou filhas, ou contra amigos e pessoas que trabalham conosco ou para nós e até mesmo contra as outras criaturas que nos cercam, muitas vezes imaginamos que essas atitudes não têm nada a ver com as guerras, crimes, assassinatos e crueldades do mundo, isso com certeza será um terrível engano; pois justamente nos atos mais comuns a origem do sofrimento de todos os seres está arraigada. Tudo está interligado, e todo ato inconsciente e ignorante criará uma conseqüência em outro lugar; todas as coisas são interdependentes, todas as mentes e corações vivem sob a força da interconexão do cosmos. Isso não é apenas retórica poética, é na verdade um fato universal, um Dharma, uma grande sabedoria.Como Buda afirmou, sempre existe uma saída, sempre há um caminho. A confiança na Paz como algo possível é a base sobre a qual a Paz Essencial irá nascer. Não imagino soluções coletivas para o surgimento da Felicidade dos seres, mas confio plenamente na solução individual para que essa felicidade real surja nos corações de todos, para que saibamos cada vez mais olhar as coisas com olhos de igualdade, com o espírito de liberdade.

Para nos livrarmos de nossas frustrações, neuroses (mesmo as mais terrivelmente profundas), medos e ódios, faz-se necessário encontrarmos a liberdade de nós mesmos. Assim, convido a todos para um esforço que está muito além de ser apenas budista, mas que será sempre um esforço digno das mentes sensatas e alertas, independentemente dos caminhos: que todos nós busquemos a paz essencial, cultivando deliberadamente — mesmo que isso pareça tão difícil — os atos de paciência e compreensão.

Quando você estiver pronto para agir com raiva e egoísmo, pare! Durante alguns segundos observe o que você está fazendo, compreenda que existe sempre outra saída, sempre há um modo de superar o ódio e agir com cuidado. Quando você estiver pronto para agir com indiferença ou preconceito, pare! Tente ver o quanto sua atitude é injusta e cruel,
compreenda que existe sempre outra saída, sempre há um modo de superar o medo do outro e agir com atenção e respeito.

Quando você estiver pronto para agir com arrogância e vaidade, pare! Tente ver o quanto sua atitude é imatura e vazia, compreenda que existe sempre outra saída, sempre há um modo de superar o orgulho e percebe o valor correto da humildade. A Paz Essencial também é como uma semente, e pode ser regada com a água da prática atenta e consciente.
É uma semente que cura e alivia os espíritos, e sobrevive mesmo nos corações mais esquecidos de si mesmos.

Pratique a paz.

domingo, 3 de julho de 2011

Sensatez por George Carlin

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize quem te ama, sempre.



George Carlin

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A Jornada do Amor incondicional

A jornada da vida toma uma nova direção quando nos conscientizamos do poder do amor incondicional que reside em nosso coração a cada momento. Esta consciência começa uma nova abordagem para a vida que leva à paz pessoal, à harmonia natural e à genuína riqueza interior. Muda também a própria estrutura da sociedade, à medida que começamos a expressar conscientemente este amor ilimitado. Tudo e todos são visivelmente afetados por esta energia, enquanto nos movemos através de nossa vida diária a cada etapa e de encontro ao outro.

Estar consciente do amor acende a centelha que torna todas as coisas novas e restaura a totalidade, onde pensávamos estar incompletos. Esta é a energia e a sabedoria que une todos os mundos, pensamentos e perspectivas e restaura a nossa conexão inata com todas as coisas. O amor, e mais apropriadamente o amor incondicional, é aquilo que traz a paz e a compreensão interior, onde um momento antes pareciam inexistentes e, talvez, até impossíveis.

Assim, como se realiza esta simples mudança de atitude? Ela começa com um desejo de saber quem nós somos, como um ser neste plano terrestre. É uma mudança na perspectiva de procurar voltarmos a nossa atenção para o nosso interior. Ao começarmos o processo do despertar consciente, começamos a notar e a observar quem somos em relação a quem pensamos que somos. Esta mudança sutil traz uma enorme mudança na compreensão pessoal. Vemos com novos olhos, ouvimos com novos ouvidos e percebemos um mundo paralelo que sempre existiu, ainda que estivesse bloqueado a partir de nossa consciência, pelas nossas próprias crenças limitantes.

Muitas vezes me perguntam: “Como começamos este processo?” Minha resposta é que ao fazer esta pergunta, significa que ele já começou. Tal é a natureza da percepção consciente – começamos a fazer novas perguntas sobre a vida, desde que não estamos mais interessados nos velhos hábitos que estivemos experienciando. Para mim, esta não é necessariamente uma jornada espiritual ou filosófica, mas sim, eu a comparo a uma abordagem prática do bom senso e do esforço deliberado de “conhecer a si mesmo” e a cada auto-aceitação, também “amar a si mesmo e a todos os outros, sem qualquer condição ou limitação.”

Cada um de nós é uma fonte poderosa de amor, quando permitimos que esta energia se expresse naturalmente. Não há nada que tenhamos que fazer basicamente, do que nos permitirmos sentir e ser amor. É tão simples. Entretanto, para muitos, o amor está oculto sob camadas de dor, trauma, drama, ódio e sofrimento. Memórias emocionais, dúvidas não expressas, medo, ressentimento e uma multidão de velhas crenças, frequentemente nos impedem de compreendermos que estes pensamentos e sentimentos não têm um poder real sobre nós. Nós lhes damos o poder, vivendo no passado e temerosos do futuro. Ignoramos o amor que está presente a cada momento, aceitando a limitação. É o momento de mudarmos isto. É o momento de nos liberarmos de nossa própria escravidão, que nós mesmos criamos.

Quando nos aceitamos apenas por quem nós somos, nós transformamos o momento em paz, em segurança, em harmonia, alegria e amor. Este processo começa com a liberação de nossas crenças limitantes, erros do passado, falta de auto-estima, orgulho e ego, através do ato consciente do perdão. Cabe a nós, como indivíduos empreendermos esta jornada de cura e de consciência.

Quando sabemos quem nós somos e por que agimos e reagimos da forma que fazemos, começamos a nos vermos nos rostos da humanidade. O reflexo da dor é a nossa dor, o sofrimento dela é o nosso sofrimento, e a raiva do outro é a nossa raiva, assim como o riso e o prazer refletem o nosso próprio coração. Isto é visto na natureza também. A destruição dela é a nossa destruição, a beleza dela é a nossa beleza. Igualmente em nossas crianças, vemos o nosso potencial e em seu sorriso, nós vemos a nossa alegria. Estas expressões aparentemente aleatórias são os nossos pensamentos do passado que procuram manifestação. É a nossa lembrança constante de que o amor é a resposta e a pergunta.

Para vermos o amor nos outros, devemos primeiro conhecê-lo em nós mesmos. Vamos construir uma nova realidade no momento presente quando deixarmos ir. Mudamos o mundo quando mudamos a nossa perspectiva pessoal. Quando escolhemos o amor e não o medo, a bondade e não o ódio, a integração e não a separação, e a paz e não a guerra, trazemos um novo reflexo à humanidade... nossos seres amorosos.
Amor, luz e paz,

Harold W. Becker

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Elegância do Comportamento (Martha Medeiros)

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que , talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais que falam. E quando falam passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando, e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

É elegante o silêncio diante de uma rejeição...

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

É elegante a gentileza...atitudes gentis falam mais que mil imagens...

Abrir a porta para alguém...é muito elegante.

Dar o lugar para alguém sentar...é muito elegante.

Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...

Oferecer ajuda...é muito elegante.

Olhar nos olhos ao conversar, é essencialmente elegante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “ com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.

Educação enferruja por falta de uso.

E, detalhe: não é frescura.