domingo, 4 de março de 2012

Coerência

Por Mirian Coden

Existe um ‘estado interno’ que está sendo bastante ‘desejado’ ultimamente. Ele recebe vários nomes: paz, harmonia, equilíbrio, a graça interior, etc.
É importante entender que espiritualidade, afetividade, materialidade e ciência, são somente veículos que a mente usa para tentar compreender os diferentes níveis de ‘sensações’ que o corpo experimenta diante do ‘externo’.

O estado interior harmônico reside na transformação dos quantuns vibracionais gerados em ciclos passados de experiências. O ‘antigo’ precisa dar lugar ao ‘novo’, no que se refere ao ‘produto da experiência’, sempre em movimento de modificação.
A mente observadora, inicialmente, enquanto ainda se vê separada, faz as ativações conforme a Ordem planetária – mesmo que ‘ache’ que é dela o comando – e como resultado, novas reações químicas acontecem no sistema, o que permite que a água faça nova ‘configuração de rede’ e um novo ‘campo emocional’ começa a ser estruturado.

A mente daquele que ‘busca’ a paz interna, precisa estar atenta à coerência de suas suposições.
Nem as crenças, que ainda existem no ‘buscador’, podem se contradizer dentro de seu mundo pessoal de experimento – seu casulo de Ilusão.

Por exemplo, se a ‘unidade’ é seu carro chefe de pensamentos, esta ‘unidade’ tem que estar presente no seu entendimento de ciência, espiritualidade, afetividade e materialidade, e esses entendimentos, devem se somar e não se contradizerem.

Viver o ‘uno’, é viver sem condições, entender que tudo no universo é energia, e que as separações, de quaisquer formas, são uma ilusão.
Aquele que ‘busca’ a harmonia interior - que em um nível de compreensão é a neutralidade da dualidade, o zero de uma soma - deve ser coerente em entender que precisa transformar tudo o que sua mente ainda separa e diferencia; e quando digo tudo, refiro-me a TUDO.

Ainda os registros celulares referentes às crenças coletivas, que marcaram as épocas planetárias de grandes transições, são os mais enraizados e continuam gerando o produto químico que faz com que a mente perceba a vida com ‘separações’.
Negar a transformação das ‘partes’, significa negar o movimento de evolução da forma de experimentar. As ‘verdades’ do ‘passado’ se transformam, pois já não mais servem ao experimento evoluído.

Enquanto houver ‘verdades’, haverá separações e diferenças, e a mente ainda experimentará a Ilusão.
Coerência nos pensamentos e atitudes pode levar seu eixo vibracional ao equilíbrio.
TUDO sempre se transformará inclusive as crenças, até que a neutralidade interna seja a forma de experimentar da humanidade.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

pare de carregar a mala dos outros

Você acredita que carrega malas alheias?
Vamos fazer um exercício?
Como você reage quando seu filho não quer fazer a lição? Ou quando alguém não consegue arrumar a própria mala para a viagem de férias, perde a hora do trabalho com frequência, gasta mais do que ganha… e muitas coisinhas mais que vão fazendo você correr em desvario para tapar buracos que não criou e evitar problemas que não afetam sua vida diretamente?
Não afetam a sua vida, mas afetam a vida de pessoas queridas, então, você sai correndo e pega todas as malas que estão jogadas pelo caminho e as coloca no lombo (lombo aqui cai muito bem, fala a verdade) e a sua mala, que é a única que você tem a obrigação de carregar, fica lá, num canto qualquer da estação.
Repetindo, a sua mala, que é a única que você tem obrigação de carregar, fica lá jogada na estação!
Temos uma jornada e um propósito aqui neste planeta e quando perdemos o foco, passamos a executar os propósitos alheios.
A estrada é longa e o caminho muitas vezes nos esgota, pois o peso da carga que nós nos atribuímos não é proporcional à nossa capacidade, à nossa resistência e o esgotamento aparece de repente.
Esse é o primeiro toque que a vida nos dá, pois, quando o investimento não é proporcional ao retorno, ou seja, quando damos muito mais do que recebemos na vida, nos relacionamentos humanos ou profissionais, é porque certamente estamos carregando pesos desnecessários e inúteis.
Quando olhamos para um novo dia como se ele fosse mais um objetivo a cumprir, chegou a hora de parar para rever o que estamos fazendo com o nosso precioso tempo. O peso e o cansaço nos tornam insensíveis à beleza da vida e acabamos racionalizando o que deveria ser sacralizado.
É o peso da mala que nos deixa assim empedernido.
Quanto ela pesa?
Quanto sofrimento carregamos inutilmente, mágoa, preocupação, controle, ansiedade, excesso de zelo, tudo o que exaure a nossa energia vital.
E o medo, o que ele faz com a gente e quanta coisa ele cria que muitas vezes só existe dentro da nossa cabeça?
Sabe que às vezes temos tanto medo de olhar para a própria vida que preferimos tomar conta da vida dos filhos, do marido, do pai, da mãe… e a nossa mala fica na estação…
O momento é esse, vamos identificar essa bagagem: ela é sua? Ótimo, então é hora de começar uma grande limpeza para jogar fora o lixo que não interessa e caminhar mais leve.
Agora, se o excesso de peso que você carrega vem de cargas alheias, chegou a hora de corajosamente devolvê-las aos interessados.
Não se intimide, tampouco fique com a consciência pesada por achar que a pessoa vai sucumbir ao fardo excessivo. Ao contrário, nesse momento você estará dando a ela a oportunidade de aprender a carregar a própria mala.
A vida assim compartilhada fica muito mais suave, pois os relacionamentos com bases mais justas e equânimes acabam se tornando mais amorosos, sem cobranças e a liberdade abre um grande espaço para a cumplicidade e o afeto.
Onde está a sua mala?

Texto do grupo Correios de Luz

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

A diferença entre sentir pena e sentir compaixão

Frequentemente as pessoas me perguntam sobre esses dois sentimentos e qual seria a diferença entre eles. Já escrevi anteriormente sobre esse tema, mas não custa esclarecer novamente.

Primeiro, vou explicar sobre a pena. Vemos alguém passando por algum tipo de situação difícil e isso acaba nos despertando uma sensação de sofrimento. Colocamo-nos no lugar do outro e geramos dentro de nós um sentimento misto de tristeza e vontade de ajudar, somado ainda às vezes ao sentimento de impotência quando não podemos fazer nada.

O sentimento de pena pode acabar nos levando a tomar decisões equivocadas que atrapalham o crescimento do ser humano. Vou exemplificar. Atendi um senhor que precisava realizar algumas demissões para que a firma pudesse sobreviver e crescer. Ele vinha procrastinando essa decisão. Durante a sessão, a razão pela qual era tão difícil pôr em prática o que tinha que ser feito veio à tona rapidamente. Só de pensar em realizar as demissões surgia um intenso sentimento de pena acompanhado de pensamentos como "o que vai ser dessas pessoas..., como elas vão se virar depois..., tem fulano que é muito humilde...". Ao mesmo tempo, racionalmente ele sabia que não havia outra decisão a ser tomada, pois a manutenção daquelas pessoas comprometeria a empresa como um todo.

Ao realizarmos a aplicação da *EFT (técnica para auto-limpeza emocional, veja como receber um manual gratuito no final do artigo), logo surgiram causas mais profundas que estavam alimentando a aquele sentimento. Ele lembrou de um evento do passado onde o pai dele trabalhou com afinco em uma empresa e a mesma faliu, fazendo com que toda a família passasse uma época de tristeza. Depois surgiu mais uma lembrança onde o pai abriu uma firma com um sócio e a mesma veio também a falir. Limpamos profundamente com a EFT todos os sentimentos que brotaram desses eventos: pena do pai, sentimento de impotência por não poder ajudar, tristeza e etc.

Depois dessa limpeza, pedi que ele pensasse novamente na situação da demissão dos funcionários. Os sentimentos de pena e tristeza em ter que fazer isso haviam diminuído consideravelmente. Isso ocorreu porque não havia mais a carga emocional inconsciente do passado. Trabalhamos mais até que ele sentiu que estava pronto para fazer o que tinha que ser feito sem precisar mais adiar.

O sentimento de pena frequentemente esconde também uma culpa. Nesse caso que atendi, ele se sentia culpado em causar nos funcionários e suas famílias o mesmo sofrimento que seu pai e sua família haviam vivido no passado.

Ver alguém em sofrimento pode nos despertar o sentimento de culpa por estarmos bem enquanto o outro não. Sendo assim, colocamo-nos imediatamente em sofrimento através do sentimento de pena.

Outro aspecto que também fica escondido por trás da pena, é o sentimento de que os outros não são capazes o suficiente para dar um jeito em seus problemas e superar as adversidades e que por isso precisam da nossa ajuda. Isso nos traz uma sensação de que somos muito importantes. Acabamos, então, por alimentar uma situação de dependência onde ajudamos o outro não para vê-lo crescer e ficar independente e, sim, para que a gente se sinta importante. Inconscientemente, ficam as duas partes sabotando o crescimento um do outro nessa relação co-dependente.

Vou exemplificar melhor. No caso em que relatei, a pena que o empresário sentia era um sinal de que ele não confiava que cada funcionário que seria demitido teria a capacidade de se reerguer. Lá no fundo isso trazia para ele a sensação de ser muito importante. Como se o ego dissesse "essas pessoas precisam de mim e não conseguem se virar sozinhas". Logicamente isso é falso. Por mais difícil que seja uma situação, todos têm a capacidade de dar a volta por cima. Todos eles poderiam perfeitamente encontrar até um trabalho melhor. Se temos plena confiança que as pessoas são capazes ou que têm o seu potencial, vamos fazer o que tem que ser feito, como por exemplo: demitir um funcionário; acabar um relacionamento; não emprestar um dinheiro a alguém; parar de fazer tudo pelos filhos... Deixamos que cada um siga o seu caminho. Mesmo sabendo que as pessoas vão passar um determinado sofrimento, entendemos que isso é parte do seu crescimento.

Ao não fazermos o que tem que ser feito, atrasamos o aprendizado do outro. O que parece ser um ato de bondade e generosidade acaba sendo na verdade um ato egoísta pois a suposta ajuda apenas alimenta o nosso ego e acaba impedindo o outro de crescer.

Certa vez, um aluno falou pra mim que ele ouviu de um amigo que a pior coisa para o protegido é o protetor. Ele falava isso admitindo que seu excesso de proteção e ajuda para com sua esposa alimentava a dependência dela e a impedia de crescer. Ela, por uma séria de questões emocionais negativas, buscava alguém que suprisse um papel de pai protetor. Já não era mais criança e precisava, na verdade, crescer enfrentando a vida. Ele cumpria o papel do protetor excessivamente, para se sentir importante, e com isso impedia que ela crescesse.

Já o sentimento de compaixão é completamente desprovido de qualquer tipo de culpa, tristeza pelo outro, impotência, dependência. Também não há o sentimento de que o outro não é capaz de superar as dificuldades. A compaixão é, então, desprovida de negatividade. Ela brota lá do fundo da nossa essência e vem acompanhada por uma paz interior. Nesse estado, iremos reconhecer o sofrimento de outra pessoa mas sem nos arrastar para sofrer junto com ela. Entenderemos que aquilo faz parte do seu aprendizado e que ela tem capacidade para superar.

Em alguns casos será possível oferecer alguma ajuda. Quando a ajuda é baseada pela compaixão, ela será verdadeira e trará o real crescimento do outro, pois nossa ação não estará mais contaminada com a necessidade de ser importante que acaba nos fazendo agir de modo a causar dependência. Em outros casos não teremos como ajudar o outro. Ainda assim, ficaremos em paz, não haverá a sensação de impotência. Apenas observaremos o sofrimento do outro, aceitando e compreendendo que faz parte do seu aprendizado.

Sempre que alguém está sentindo pena ou culpa pela situação de outra pessoa, seja quem for, eu procuro aplicar EFT até dissolver completamente esses sentimentos. Brota, então, a compaixão. Assim a pessoa consegue agir da melhor forma possível tomando as atitudes que devem ser tomadas: colocar limites nos filhos, deixar que as pessoas se virem sozinhas, demitir alguém da empresa, ajudar na medida adequada e etc... E caso não haja nada a ser feito, ela consegue ficar em paz.

por Andre Lima - andre@eftbr.com.br - Practitioner

A importância da aceitação

por Andre Lima - andre@eftbr.com.br

A vida sempre nos traz situações contrárias às nossas expectativas. No nosso dia-a-dia vários eventos ocorrem fora do nosso planejamento, contrariando aquilo que desejamos. Pode ser até mesmo uma pequena bobagem, como um telefonema que atrapalha a nossa concentração ou uma queda temporária da internet, por exemplo, mas não há um único dia que não ocorra algo em desacordo com as nossas expectativas.

Ao passarmos por essas experiências, geramos dentro de nós uma negatividade. São sentimentos desconfortáveis de raiva, frustração. Todos eles são formas de não aceitação do ocorrido. Parece algo muito natural e normal.

A não-aceitação é uma resistência interior a algo que está acontecendo naquele momento, ou que já aconteceu no passado. Travamos uma luta interna que gera negatividade e nos faz sofrer por não querermos aquele resultado. Mas a situação já está ali ou já foi. Inconscientemente é como se acreditássemos que ao criar a resistência interior conseguiremos mudar a situação. Mas é claro que isso é uma ilusão. O que pode mudar a situação em alguns casos é a tomada de alguma providência. A resistência interior adiciona apenas sofrimento para nós mesmos e não traz nenhum resultado prático. Em muitos casos, não há providência alguma a ser tomada e apenas sofremos impotentes com a nossa resistência.

Vamos agora a exemplos práticos. Eu estava a caminho do aeroporto de Recife, para ir ao Rio e de lá pegar outro avião. Recebi a ligação da agência de viagens informando que a companhia aérea que faria o vôo a partir do Rio está de greve e meu vôo foi cancelado. Imediatamente, começam a surgir um estado interior de tensão e resistência como se minha mente estivesse dizendo "isso não era para ter acontecido, que coisa chata e agora vai me causar um transtorno...". Mas já aconteceu. Não foi um estado de tensão muito grande, mas consegui percebê-lo. Assim que percebi, resolvi voluntariamente soltar essa tensão e aceitar a situação para que eu ficasse em paz, criando zero de resistência interior ao fato ocorrido.

Esse tipo de resistência surge de forma automática, é um velho condicionamento mental que vem passando por gerações e leva o ser humano a sofrer desnecessariamente. Uns têm esse condicionamento mais intenso e sofrem mais. Já outras pessoas vivem mais profundamente o estado de aceitação quando algo ocorre fora das expectativas e sentem mais paz do que a maioria.

No meu caso, não havia mais nada que eu pudesse fazer, a não ser aguardar as instruções da agência ao chegar ao Rio. Resolvi, então, que iria entrar no estado de aceitação, e a partir daí tomaria as providências que fossem necessárias, se houvesse. Há alguns anos, essa mesma situação certamente teria causado muito mais sofrimento.

Tudo isso que falei é extremamente simples e óbvio. Mesmo assim, vivemos criando não-aceitação o tempo todo, nas mais diversas situações. Entramos nesse estado de forma inconsciente e é preciso a auto-observação para mudar essa forma de reagir.

A reclamação é uma das formas mais óbvias da não aceitação. Reclamar da chuva, do atraso, do prejuízo, da doença, do engarrafamento, da comida ou de qualquer outra coisa. Não me refiro em si as palavras que são usada para apontar uma situação, como por exemplo, ao dizer "o trânsito está lentíssimo e vou chegar atrasado", e sim, ao sentimento que está por trás das palavras. Se houver um sentimento negativo, é isto que é a não-aceitação.

Se você aponta algo como "o dia está chuvoso" e não há qualquer sentimento negativo por trás, então, não há reclamação. Você está apenas descrevendo o dia, sem sofrimento, aceitando o clima do jeito que ele está. Não há uma resistência interior que inconscientemente tenta mudar o que já é. A partir daí você pode ou não tomar alguma providência, se sentindo em paz.

Mas é possível também dizer que o dia está chuvoso e sentir uma raiva, frustração ou qualquer outro sentimento. Nesse caso, a descrição do tempo vem acompanhada de não-aceitação, que é uma contrariedade interior, que não fará a menor diferença para o clima, mas nos causará desconforto.

Pode ser que você decida ficar em casa por causa da chuva. A partir daí, podem surgir mais sentimentos de não aceitação que se manifestam através de comentários mentais: "ai, vou deixar de fazer isso e aquilo que é importante...". Mas não tem como fazer agora. E resistir a isso com esses pensamentos e sentimentos apenas gera sofrimento.

Caso decida pegar o guarda-chuva e sair, podem brotar outros sentimentos de resistência que vão gerar pensamentos: "a rua está cheia de lama, e odeio me sujar. Vai acabar com minha escova que dei hoje no cabelo e sinto raiva desse prejuízo".

Normalmente, quando tomamos consciência do quanto esse processo apenas nos causa sofrimento, começamos a -eixar voluntariamente de criar resistência. Mas a não-aceitação aparecerá em vários momentos, involuntariamente, por ser um velho condicionamento. "É muito difícil aceitar as coisas como são!". É o que a nossa mente vai nos dizer. Na verdade é mais difícil não aceitar, pois há um gasto de energia e gera sofrimento. A aceitação é simples, não requer qualquer ação. É um simples permitir que as coisas existam da forma que são sem ir contra elas nem tentar controlá-las, até por que ir contra interiormente não resolve nada.

Quando nos sentimos incomodados com a maneira de ser de alguém estamos também criando não-aceitação. Ao aceitarmos as pessoas do jeito que são, nosso sofrimento acaba. Isso não significa dizer que você não possa colocar limites ou apontar algo para outra pessoa, ou mesmo se afastar de alguém. Mas você pode fazer isso sem gerar a negatividade interna. Primeiro você aceita, depois age.

Aceitar e depois agir, caso seja possível fazer algo para mudar a situação. E se não for possível agir, que se aceite em paz aquilo que é. Isso pode ser praticado para qualquer tipo de situação e leva a uma vida de crescente paz. Viver assim é agir com sabedoria. Viver na não aceitação é deixar que o ego e a mente condicionada cresçam e dominem nossa vida nos gerando sofrimento. É preciso ficar atento.

Ao aplicarmos *EFT para dissolver a raiva e a frustração que surgem em nós a partir das situações do dia-a-dia, entramos mais facilmente no estado da aceitação. A energia da reclamação, da frustração é dissolvida e os pensamentos negativos desaparecem.

André Lima -EFT Practitioner

Definitivo

Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer!
Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não se decidir pelo primeiro passo,
se você não sair desse quarto,
nem os anjos e nem Jesus poderão te ajudar,
se você não se ajudar!
Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,
pare de dizer que não tem dinheiro para a academia.
A rua é livre, de graça e está te esperando, seja noite, seja dia.
Quer um novo emprego?
Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu ofício, faça a diferença
e as empresas vão correr atrás de você!
Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,
leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos,
e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada,
e em qualquer lugar, pois você será de se admirar.
Pessoa que encanta só de olhar…
Quer esquecer alguém que te magoou?
Enterre as lembranças e o infeliz!
Valorize-se criatura!
Se você se valoriza, sabe quanto vale,
sabendo quanto vale não se troca por qualquer coisa.
Se alguém te deixou é porque não sabe o seu valor.
Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.
E rumo ao novo que o novo é sempre mais gostoso…
Quer deixar de dever?
Pare de comprar.
Não faça dívida para pagar dívidas!
Nunca! Jamais!
Faça poupança e pede para o povo esperar.
“Devo, não nego, pago quando puder.”
Assim, a cabeça fica livre e você vai trabalhar.
Em breve, não terá mais nada para pagar…
Quer esquecer uma mágoa?
Limpe o seu coração, esvazie-se…
Quem tem equilíbrio não guarda mágoas.
Só as pessoas com problemas emocionais é que se ressentem.
Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estimação.
Busque o equilíbrio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.
Quer viver bem?
Ame-se!
Felicidade é gratuita, não custa nada.
É fazer tudo com alegria, nos mínimos detalhes.
Pergunte-se e se achar resposta que te satisfaça, comece tudo de novo:
- Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?
- Pra que 3 computadores, se não tem uma empresa? – 4 carros?
- 6 quartos se é você e mais 1 ou 2?
- 40 pares de sapato, se tem apenas 2 pés?
A vida pede muito pouco e nós precisamos de menos ainda.
Acorde enquanto é tempo e comece a mudança,
antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!
Espero que você pelo menos tenha vencido a partida.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke