sábado, 2 de março de 2013
Alecrim ou Rosmarinus officinalis
Uma das primeiras ervas a ser utilizada na medicina, alimentação e também nos rituais religiosos. Seu nome em latim, “rosmarinus”, significa “o orvalho que vem do mar”, em alusão ao aroma abundante das praias mediterrâneas onde o Alecrim crescia e se desenvolvia espontaneamente. Planta muito utilizada na prática médico-herborista, principalmente nos períodos em que havia alguma peste grassando, as pessoas usavam saquinhos com a erva para se protegerem e imunizarem-se. Na Idade Média era usada para afastar os espíritos malignos dos lugares ou das pessoas. Era costume colocar as roupas sobre ramos de Alecrim para secarem ao sol, assim incorporava-se o óleo às roupas protegendo contra traças. Dissolve energias negativas provenientes de mal olhado, inveja.
Ele representa a amizade, a purificação e a força dos raios solares. Existem muitas histórias e mitos envolvendo essa planta: uma delas conta que Nossa Senhora, quando fugia do Egito com o Menino Jesus nos braços, descansou aos seus pés, transformando para sempre suas flores brancas em flores de coloração azul-violeta.
O Alecrim resgata a força, a vitalidade, a alegria e o calor para as pessoas que sentem que estão com a sua missão cumprida e não mais vêm interesse em nada.
É o grande companheiro para aqueles que estão chegando à maturidade
O óleo de Alecrim é um protetor psíquico, e por isso é particularmente útil usá-lo de manhã antes de expor-se a todas as influências do mundo externo, sejam aquela que temos consciência e estamos temerosos, sejam aquelas que não conhecemos, mas que tememos encontrar na vida quotidiana.
Na aromaterapia no plano físico, o óleo é conhecido como cefálico, pois estimula o cérebro e a atividade mental, o Alecrim é muito para ser usado de manhã porque estimula o plano físico. Estimulante circulatório, dos nervos e mental. Eleva a pressão arterial e elimina a letargia. É um óleo que anima, alegra, combate a apatia e a melancolia.
Trabalha muito bem para termos: determinação, autocontrole, expansão criatividade, consciência, concentração, proteção ligada à justiça.
Fornece proteção contra inveja, maledicência e ódio. Protege contra injustiças, auxilia a colocarmos na balança o que é certo e errado.
Poderá também ser utilizado para proteger a casa, os negócios e o trabalho.
Com relação aos chakras, O Alecrim é particularmente ajustado ao Chakra Frontal, promovendo clareza do pensamento e perspicácia, é muito útil quando houver a necessidade de uma maior lucidez, auxilia a desenvolver e fortalecer a intuição e sensibilidade, aumentar a consciência para melhorar a fala e a expressão. Ordena os pensamentos e aumenta a concentração.
Para pessoas que em função da sobrecarga de responsabilidades, sentem-se inseguros, desenvolve determinação, traz alegria interior, uma alegria consciente, fundamentada.
Ajuda a quebrar padrões rígidos, favorece flexibilidade, trazendo percepção e discernimento para a justiça e entendimento. É bom para grupos que trabalham com artes, danças, pinturas mas têm bloqueios, solta a criatividade e a expansão.
“Como erva das recordações” ajuda-nos a relembrar nosso padrão Divino verdadeiro.
O campo vibracional de luz violeta do Alecrim reafirma a sua fama ancestral de protetor psíquico auxiliar no desenvolvimento da “Visão Interior”. Estimula a sensibilidade e reaviva o espírito. A inalação do Alecrim proporciona longevidade.
Atenção: este óleo não deverá ser usado por pessoas com epilepsia ou com pressão alta.
Evitar usar em horas mais avançadas do dia, porque pode causar insônia.
Não deve ser usado durante a gravidez.
POR JOSÉ BATISTA DE CARVALHO
sexta-feira, 1 de março de 2013
A Colheita
A existência humana está sujeita a alguns princípios fundamentais. Se pretendermos uma vida melhor, eles terão que ser observados. Se constituem, como leis universais para uma vida vitoriosa, necessários entre nossos sonhos e relizações.
Primeiro princípio: Na vida, colhemos aquilo que plantamos. Desejar, para si, uma vida diferente implica, necessariamente, em mudanças de atitudes. Precisamos atentar para tudo que estamos plantando. Esta lei é de Deus e é inexorável. Quem planta amor, fé, esperança e verdade, com certeza colherá frutos próprios para uma vida de bênçãos e de vitórias. COntrariamente, aquele que faz da vida um balcão de joio, pelo ódio, a incredulidade e a infidelidade, que colheita esperará?
Segundo princípio: Colhemos depois que plantamos. A Bíblia nos ensina que há tempo para tudo, tanto para semear, quanto para ceifar (ou colher). Existem pessoas que pretendem colher antes de semearem ou o que não semearam! O princípio é: plantar a fé é colher vitórias... Isso abrange todas as áreas de nossa vida! A irracional pressa dos nossos dias pretende subtrair esta verdade reflexiva. O imediatismo dos que antecipam, ou precipita a colheita, ou não tem o que colher...
Terceiro princípio: Colhemos onde plantamos. Nossa vida tem sua geografia específica. São os espaços vitais, onde vivemos as experiências mais significativas. Como, por exemplo, a nossa família, o nosso lar, a nossa vizinhança, nosso ambiente de trabalho, nossa comunidade de fé e nossa escola. Estes espaços existenciais requerem cuidados especiais, pois, neles nossa vida vai se estruturando. Os grandes traumas têm, via de regra, raízes na família. Muitas inimizades começam ond emoramos e/ou nos locais de trabalho. As decepções com a fé, geralmente, estão associadas às nossas próprias frustrações em nossa comunidade religiosa. É preciso, pois, plantar sementes novas, exatamente onde vivemos mais intensamente, pois colhemos primeiramente onde plantamos.
Quarto princípio: Colhemos sempre muito mais do que plantamos. O agricultor que planta uma semente de milho colhe espigas. Quem planta fé colhe vitórias! Quem planta amizade colhe amigos. Quem planta perdão colhe paz. Infelizmente há vidas derrotadas, solitárias e amarguradas, sem paz, vazias de afeto. Muitas vezes, estão apenas colhendo o que plantaram!
Todos desejamos uma vida melhor. No entanto, a força do desejo, por si só não é suficiente. Nem sempre querer é poder, é preciso agir também! É necessário determinação, fazer algo novo, mudar de atitudes, pois, querer e fazer são faces de uma mesma moeda. A colheita da vida será o resultado das sementes que estamos plantando.
Semear o bem e a paz, para colher felicidade, deve ser nosso ideal. Afinal, somos "sementes" de Deus para o mundo.
Pr. Estevam Fernandes de Oliveira
Fonte: Site Navegando nas Águas da Emoção
Aproveitar a vida
A revista Isto é, publicou esta excelente entrevista de
Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Uma das perguntas, veja a seguir e medite.
ISTO É : Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki : A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira é : instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Deus nos criou para vivermos a vida em toda a sua plenitude, para sermos felizes, sermos livres...não se deixe escravizar...não seja escravo da ganância... do egoísmo... da amargura... do ressentimento...da falta de tempo...
Tenha tempo para Deus, para sua família, para você mesmo!
Seja livre para amar...para perdoar...para sonhar...para viver !
"Não espere a hora da sua morte para lembrar-se de que é preciso aproveitar a vida e ser feliz!"
Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Uma das perguntas, veja a seguir e medite.
ISTO É : Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki : A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira é : instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Deus nos criou para vivermos a vida em toda a sua plenitude, para sermos felizes, sermos livres...não se deixe escravizar...não seja escravo da ganância... do egoísmo... da amargura... do ressentimento...da falta de tempo...
Tenha tempo para Deus, para sua família, para você mesmo!
Seja livre para amar...para perdoar...para sonhar...para viver !
"Não espere a hora da sua morte para lembrar-se de que é preciso aproveitar a vida e ser feliz!"
Encontre hoje sua Felicidade
Quero
ensinar a você um exercício. Com ele, você viverá definitivamente de
bem com a vida. Somos os maiores responsáveis pelas situações delicadas
nas quais nos envolvemos. Sim, precisamos nos libertar!
O
exercício a seguir vai ajudar você a se soltar e ficar livre de
sensações que só aprisionam sua alma, deixando você cega às
oportunidades de felicidade que passam à sua frente. Vamos lá?
Se
você puder, ponha para tocar uma música suave e feche os olhos. Comece o
exercício soltando algumas amarras que estão dentro de você. Solte essa
vítima que, às vezes, você incorpora. Deixe de dar tanta importância
aos desapontamentos que você teve na vida. Afinal, a vida continua!
Agora repita: "Estou aqui e vivo a vida com os desafios que ela me traz.
Eu não sou vítima, não protejo mais essa coisa pequena. Eu assumo minha
coragem! Assumo minha vontade de ir em frente e a necessidade de estar
sempre de bem com a vida. Eu posso manter meu alto-astral - permito-me
falar o que quero, deixo que meus sentimentos se expressem como são. Eu
posso manter o bom humor! Para isso, deixo que as pessoas cuidem dos
próprios problemas e eu assumo os meus. Para continuar com esse
entusiasmo, eu não espero nada de ninguém. Afinal, sou livre para
aproveitar tudo que existe ao meu redor. Deixo minha curiosidade avançar
até onde ela quer. Eu decido ser engraçada, ter humor e não levar as
coisas tão a sério. Sim, eu posso sorrir, eu posso jogar fora minhas
mágoas, minhas tristezas, meus desapontamentos e minhas desilusões. Que
bom jogar fora todas as desilusões!". Vamos lá: faça isso por si mesma!
Às vezes, você recomeça assim, renovada, e se sente meio atrapalhada.
Parece até que está forçando a barra. É isso mesmo! É preciso forçar um
pouquinho para dar o arranque. Continue dando esse tranco até que o
motor esquente e você comece a despertar em si o ânimo e a alegria que
dormiam, o humor que estava posto de lado. Deixe aflorar a criatividade,
a curiosidade, a liberdade, as ideias, os verdadeiros objetivos. Volte a
dizer: "Eu posso manter meu alto-astral porque me aceito como sou".
Jogue pra dentro de si essa sensação gostosa: eu aceito. "Aceito que me
deixei envolver pela tristeza, fruto dessas situações delicadas e
difíceis que acabei criando quase sem perceber. Mas não brigo comigo:
fiz o que fiz por achar que era o melhor, e agora eu me dou conta de que
essa atitude não é mais a melhor pra mim. Eu me aceito como sou,
diferente dos outros. Aceito que muitas pessoas não vão me entender, não
vão gostar de mim. Aceito que não sou tão corajosa quanto poderia ser.
Eu me abro pra crescer! Aceito que não sou tão coerente e sincera, e que
não sou tão capaz. Aceito também que não sou perfeita. Eu cometo erros,
mas também acerto. Aceito ser como sou porque essa é a minha viagem.
Aceito minha vida com as coisas que eu criei e as pessoas que atraí.
Aceito, assim, a possibilidade de mudar e renovar. Quando eu me aceito
dessa maneira, encho-me de força e coragem. E não me canso jamais,
porque enfrento as dificuldades sem medo. Eu supero tudo - sempre
firme!"
Luiz Antônio Gasparetto
Gândulas e Sistema Endócrino
LINHAS LEY CORPO HUMANO GLÂNDULAS E O SISTEMA ENDÓCRINO
Nos Ensinamentos Misteriosos, o sistema endócrino é um
sistema glandular associado a sete grupos de glândulas; essas glândulas, por
sua vez, são associadas aos sete centros de poder do corpo humano. Nesse
sistema, vemos a relação entre o corpo físico e o etéreo. O sistema endócrino
tem como função produzir e liberar vários hormônios na corrente sangüínea,
necessários para o perfeito funcionamento do corpo, Secreções endócrinas
regulam a atividade corporal, controlam o crescimento e coordenam a relação entre
os impulsos nervosos e as respostas no corpo como um todo.
No nível metafísico, as glândulas servem para dissipar as
emanações astrais e divinas canalizadas pelo Centro Divino a cada um dos
centros de poder. A função oculta das glândulas pineais é regular as emanações
recebidas de luz etérea do Centro Divino coletadas no interior de cada centro
de poder. No nível metafísico, as glândulas pineais servem ainda para regular a
energia que o corpo etéreo retira de cada centro (para manter sua própria
forma).
A tireóide regula a sensibilidade a sensações físicas,
psíquicas e etéreas. O timo e o pâncreas coordenam o fluxo e a resposta a
correntes de energia associadas ao plexo solar. Esse plexo funciona como uma
teia de energia sentindo o estímulo das energias sobre ele, e é regulado pelo
baço. As supra-renais mantêm a relação entre os instintos básicos e os
princípios espirituais mais elevados.
Quando estimulados, somos inundados por sinais para atacar
ou fugir. Reagimos a isso de acordo com nossa natureza espiritual. As gônadas
influenciam as relações entre nossos desejos físicos e psíquicos. A energia
desse centro, portanto, afeta nossa criatividade tanto de natureza física como
mental.
É interessante notar que os ocultistas associam o plexo
solar à clarividência. Através desse centro, o corpo é alimentado com energia
etérea do Sol, da Lua e das estrelas. Acredita-se que o corpo astral esteja
conectado à carne pelo fígado.
O fígado serve para filtrar elementos da corrente sangüínea
e também das energias que passam por seu equivalente etéreo. Por essa razão os
antigos utilizavam o fígado em suas adivinhações. Anormalidades no fígado
refletiam os padrões contidos na energia cósmica que flui através do corpo
astral.
No ocultismo, todas as manifestações no plano físico
acontecem antes no plano astral. Assim, a aparência física do fígado refletia
padrões astrais ainda não manifestos. Os estrucos, talvez mais do que qualquer
outra civilização, elevaram esse tipo de adivinhação a uma arte, da qual eram
mestres.
www.misteriosantigos.com/ley.htm
postado em Portal Arco Iris
Assinar:
Postagens (Atom)