domingo, 1 de dezembro de 2013

HO'OPONOPONO: UM MEDO DE CRIANÇA...

Publicado por Maria Elisete em 23 maio 2010 às 13:29 em Ho'oponopono




HO'OPONOPONO: UM MEDO DE CRIANÇA...


O que tenho notado nesse tempo em que venho praticando Ho’oponopono é que algumas situações que eu já julgava resolvidas, voltaram em sonhos ou em experiências diversas para me mostrar que ainda estavam guardadas esperando para serem liberadas... e que ainda permaneciam determinantes em minha postura diante da vida...


A noite passada, antes de dormir, resolvi fazer a oração criada por Mornah Simeona... Primeiro relaxei bem... acompanhei um pouco a minha respiração para que a conexão com o Sagrado se estabelecesse e fiz a Oração:


“Divino Criador, pai, mãe, filho em um...

Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofenderam,

à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações

do início da nossa criação até o presente,

nós pedimos seu perdão...

Deixe isto limpar, purificar, liberar, cortar todas as lembranças, bloqueios,

energias e vibrações negativas

e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...

E assim está feito”.


Acordei com um sonho tão nítido e tão real de uma situação na minha infância que me dava muito medo. Só que no sonho eu era já adulta e me via sentindo o mesmo medo que sentia quando criança... O sonho mostrou tão claramente todas as nuances do por que do medo... e onde ele me afetava, que acordei completamente tocada e surpresa, uma vez que nem me lembrava mais desse medo, que para um adulto poderia ser só um medo de criança.

Pude constatar que... mesmo inconsciente, esse medo estava presente e atuando... e aos poucos foi ficando claro como ele poderia estar de forma muito sutil, interferindo nas minhas escolhas... fui fazendo as ligações aqui e ali e tive a visão clara de que realmente esse medo antigo de criança influenciava ainda algumas atitudes minhas...


Mesmo que não percebamos podemos escolher algumas coisas em vez de outras, para evitar situações que iriam nos colocar de frente com nossos medos... que estão vivos e atuantes nas nossas memórias, mesmo que não tenhamos consciência disso.


Como no sonho eu era adulta e o medo era tão real quanto devia ter sido quando eu era criança, entendi que ele veio à tona no sonho, para ser limpo e liberado daquelas memórias... mostrando que ele estava ainda agindo silencioso e escondido... ainda agora
Então fiz Ho’oponopono...


Quando vem uma memória assim em sonho eu faço ho’oponopono para limpar as memórias que vieram no sonho, e transmutá-las em pura Luz... Veio-me fazer assim e tem dado certo.


Poucos dias antes desse sonho passei por uma sinusite muito forte e logo depois do sonho e do Ho’oponopono ela foi sumindo sem precisar de remédios. Entendi que tinha alguma ligação, mas sei que o que for para ser entendido virá com muita clareza, o que não for, vai ser liberado junto com esse medo e transmutado em Luz.


Ho'óponopono a gente faz quando alguma coisa é problema, mas é fundamental que a gente não o realize somente para alcançar resultados determinados. Assim não funciona, segundo o Dr. Len.


Se temos um problema... se algo não está dando certo, por exemplo, um trabalho ou um relacionamento, o Ho’oponopono vai limpar a causa... vai limpar as memórias que fazem com que estejamos atraindo aquelas situações... e as coisas vão passar a fluir de acordo com a Vontade da Divindade em cada Um e não de acordo com o nosso desejo pessoal. E isso quer dizer que as mudanças necessárias vão acontecer... mesmo que essas mudanças não sejam aquelas que a princípio "pensamos" serem as que queremos... elas vão ser as melhores para o nosso caminho.


Os nossos desejos são ainda muito filtrados por nossos medos inconscientes... e uma vez que esses medos sejam transmutados em luz as nossas escolhas também podem mudar.... me vejo hoje gostando de coisas que eu pensava não gostar... vejo tudo com um outro olhar, que é muito mais receptivo... e sei que cada vez que limpamos mais e mais essas memórias, inúmeras possibilidades se abrem e o coração fica mais livre para ser o nosso guia.


Ho’oponopono vai se tornando a cada dia uma ferramenta ainda mais preciosa, porque percebo os movimentos da mudança acontecendo claramente... e aos poucos a gente cria uma intimidade maior com esse movimento... tanto que algumas vezes, quando falo “Sinto Muito! Te Amo”, sinto um fluxo de energia tão nítido que é como se entrasse em um tipo de corrente eletromagnética... de muito Amor.


Sinto Muito... me perdoa... te amo... obrigada...



Rubia A. Dantés: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=7311

OS 10 AUXILIARES LINGÜÍSTICOS:


Publicado por Fatima dos Anjos  emSABEDORIA DE VIDA ( Mensagens, Reflexões e Pensamentos)




1) CUIDADO COM A PALAVRA “NÃO”. A frase que contém a palavra “NÃO”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “NÃO” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo: pense em “NÃO”… Não vem nada à mente. Agora, vou lhe pedir não pense na cor vermelha… Eu pedi para você “NÃO” pensar na cor vermelha e você provavelmente pensou.

Procure falar no positivo, diga o que você quer e não o que você não quer, por exemplo: uma pessoa diz a outra, “Não mexa no meu computador”, ele deveria dizer algo como …”No meu computador só quem mexe sou eu”, ou “Você está proibido de mexer em meu computador”.



2) CUIDADO COM A PALAVRA “MAS”, QUE NEGA TUDO O QUE VEM ANTES. Por exemplo: “O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, MAS…”. Substitua o MAS por E, quando indicado.


3) CUIDADO COM A PALAVRA “TENTAR”, QUE PRESSUPÕE A POSSIBILIDADE DE FALHA. Por exemplo: “Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Em outras palavras: Tenho grande chance de não ir, pois vou “tentar”. Evite TENTAR quando quiser fazer algo, afirme que fará, e faça.

4) CUIDADO COM A PALAVRAS “DEVO”, “TENHO QUE” ou “PRECISO”, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas use “QUERO”, “DECIDO”, “VOU”.

5) CUIDADO COM “NÃO POSSO” ou “NÃO CONSIGO” que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use “NÃO QUERO”, “DECIDO NÃO”, ou “NÃO PODIA”, “NÃO CONSEGUIA”, que pressupõe que vai poder ou conseguir.

6) Fale dos problemas ou descrições negativas de si mesmo, utilizando o tempo do verbo no passado ou diga ainda. Isto libera o presente. Por exemplo: “eu tinha dificuldade de fazer isso”; “não consigo ainda.” A palavra “ainda”, pressupõe que vai conseguir.

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo: em vez de dizer “Vou conseguir”, diga “Estou conseguindo”.

8) Substitua o “SE” por “QUANDO”. Por exemplo: em vez de falar “Se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”, fale “Quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. “Quando” pressupõe que você está decidido.

9) Substitua “ESPERO” por “SEI”. Por exemplo: em vez de falar “Eu espero aprender isso”, diga “Eu sei que vou aprender isso”. ESPERAR suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.

10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo: Ao invés de dizer “Eu gostaria de agradecer à presença de vocês”, diga “Eu agradeço a presença de vocês”. O verbo no presente fica mais forte e concreto.

Falar corretamente é muito importante. O que nos diferencia dos animais é o som ordenado que transmite a sabedoria, o conhecimento e a capacidade de comunicação com o Universo. Quando estamos evoluindo neste ser humano que tem de se tornar simplesmente um Ser, temos que ter em mente que aprender a falar corretamente, positivamente, claramente, sem gírias ou palavrões é um caminho para o controle de nossas faculdades, utilizando assim, um pouco daquela capacidade que desprezamos ao utilizarmos um décimo de nosso Potencial Divino…

Fonte: Grande Fraternidade Branca

Ciclos da Vida

PRATICANDO O PODER DO AGORA
Publicado por Fatima dos Anjos emSABEDORIA DE VIDA ( Mensagens, Reflexões e Pensamentos)



Existem ciclos de sucesso, como quando as coisas acontecem e dão certo, e ciclos de fracasso, quando elas não vão bem e se desintegram. Você tem de permitir que elas terminem, dando espaço para que coisas novas aconteçam ou se transformem.

Se nos apegamos às situações e oferecemos uma resistência nesse estágio, significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida e que vamos sofrer. É necessário que as coisas acabem, para que coisas novas aconteçam. Um ciclo não pode existir sem o outro.

O ciclo descendente é absolutamente essencial para uma realização espiritual. Você tem de ter falhado gravemente de algum modo, ou passado por alguma perda profunda, ou por algum sofrimento, para ser conduzido à dimensão espiritual. Ou talvez o seu sucesso tenha se tornado vazio e sem sentido e se transformado em fracasso.

O fracasso está sempre embutido no sucesso, assim como o sucesso está sempre encoberto pelo fracasso.
No mundo da forma, todas as pessoas “fracassam” mais cedo ou mais tarde, e toda conquista acaba em derrota. Todas as formas são impermanentes.


Você pode ser ativo e apreciar a criação de novas formas e circunstâncias, mas não se sentirá identificado com elas. Você não precisa delas para obter um sentido do eu interior. Elas não são a sua vida, pertencem a sua situação de vida.

Um ciclo pode durar de algumas horas a alguns anos e dentro dele pode haver ciclos longos ou curtos. Muitas doenças são provocadas pela luta contra os ciclos de baixa energia, que são fundamentais para uma renovação.
Enquanto estivermos identificados com a mente, não poderemos evitar a compulsão de fazer coisas e a tendência para extrair o nosso valor pessoal de fatores externos, tais como as conquistas que alcançamos.Isso torna difícil ou impossível para nós aceitarmos os ciclos de baixa e permitirmos que eles aconteçam. Assim, a inteligência do organismo pode assumir o controle, como uma medida autoprotetora, e criar uma doença com o objetivo de nos forçar a parar, de modo a permitir que uma necessária renovação possa acontecer.Enquanto a mente julgar uma circunstãncia “boa”, seja um relacionamento, uma propriedade, um papel social, um lugar ou o nosso corpo físico, ela se apegará e se identificará com ela. Isso faz você se sentir bem em relação a si mesmo e pode se tornar parte de quem você é ou pensa que é.

Mas nada dura nessa dimensão, onde as traças e a ferrugem devoram tudo. Tudo acaba ou se transforma: a mesma condição que fez você feliz agora faz você infeliz. A prosperidade de hoje se torna o consumismo vazio de amanhã.
O casamento feliz e a lua-de-mel se transformam no divórcio infeliz ou em uma convivência infeliz.
A mente não consegue aceitar quando uma situação à qual ela tenha se apegado muda ou desaparece. Ela vai resistir à mudança. É quase como se um membro estivesse sendo arrancado do seu corpo.Isso significa que a felicidade e a infelicidade são, na verdade, uma coisa só. Somente a ilusão do tempo as separa.Não oferecer resistência à vida é estar em estado de graça, de descanso e de luz. Nesse estado, nada depende de as coisas serem boas ou ruins.

É quase paradoxal, mas, como já não existe mais uma dependência interior quanto à forma, as circunstância gerais de sua vida, as formas externas, tendem a melhorar consideravelmente.
As coisas, as pessoas ou as circunstâncias que você desejava para a sua felicidade vêm agora até você sem qualquer esforço, e você está livre para apreciá-las enquanto durarem.

Todas essas coisas naturalmente vão acabar, os ciclos virão e irão, mas com o desaparecimento da dependência não há mais medo de perdas.
A vida flui com facilidade.

A felicidade que provém de alguma coisa secundária nunca é muito profunda. É apenas um pálido reflexo da alegria do Ser, da paz vibrante que encontramos dentro de nós ao entrarmos no estado de não-resistência.
O Ser nos transporta para além das polaridades opostas da mente e nos liberta da dependência da forma. Mesmo que tudo em volta desabe e fique em pedaços, você ainda sentirá uma profunda paz interior.
Você pode não estar feliz, mas vai estar em paz.


Eckhart Tolle em Praticando o Poder do Agora.

Núcleo familiar

Publicado por M. Manuela dos Santos Oliveira em 9 novembro 2013 às 19:17 em Omraam Mikhael Aïvanhov


Do núcleo familiar à fraternidade universal...
Cada família é uma célula deste imenso organismo que é o corpo social. Ora, como funcionam as células num organismo são? Trabalham em harmonia, para o bem do conjunto. Então, tudo é claro: se as sociedades, na sua maioria, estão doentes, é porque as famílias que as constituem não vivem todas em harmonia: cada uma tem os seus projetos, os seus interesses, que não estão em sintonia com os dos outros, e surgem as desordens, os confrontos. Cada família deverá, pois, tornar-se consciente de que pertence a conjuntos cada vez mais vastos, até à família planetária, e trabalhar para melhorar a saúde do organismo universal.
Sim, é ao nível da família que deve ocorrer esta tomada de consciência, porque um país é constituído por famílias e ele nunca poderá fazer ouvir uma voz harmoniosa no concerto das nações se for a expressão de reclamações bizarras e discordantes. Por isso, na educação das crianças, as famílias não deverão ter medo de abandonar algumas ideias que têm uma influência nociva na harmonia da sociedade. Porque são elas que ensinam as crianças a desejar, em primeiro lugar, o seu próprio sucesso, o seu próprio bem-estar, ainda que isso tenha de acontecer em detrimento dos outros. São as famílias que habituam as crianças, os seus filhos, a considerar como inferiores ou inimigos os que não são da mesma nacionalidade, da mesma religião ou da mesma raça. Não devem admirar-se, pois, se, mais tarde, essas crianças se manifestarem como adultos egoístas, limitados e intolerantes.
Não é vivendo curvadas egoisticamente sobre si próprias que as famílias poderão ser protegidas. Eis a prova disto: fazemos todos parte de uma coletividade e, se nesta coletividade eclodirem desordens, os nossos bens individuais e até as nossas vidas estarão ameaçados, por mais que façamos para os proteger. O destino das famílias está necessariamente ligado ao da coletividade, e para que os indivíduos estejam em segurança é necessário melhorar a vida coletiva.
Para se proteger verdadeiramente a família, a única solução é, pois, trabalhar pela fraternidade universal, é que os dirigentes de todos os países compreendam que é necessário formar uma instância mundial que tenha por objetivo velar pelo bem-estar de todos. Dir-me-eis: «É impossível, alguns países jamais aceitarão uma autoridade acima da sua.» Eu sei tudo o que possais dizer-me. Por agora tendes razão, é certo. Mas eu trabalho para o futuro. No futuro, esta unidade far-se-á, os acontecimentos conduzirão os humanos para esta visão das coisas, porque todos compreenderão que, na realidade, não se trata de uma submissão a outros homens, de abandonar a sua liberdade a uma autoridade exterior, estrangeira, mas de fazer triunfar um ideal comum: a paz e a abundância em toda a terra, o que passa, obrigatoriamente, pela ideia de fraternidade universal.

Omraam Aivanhov







Corpo causal - o nosso cume interior


Publicado por M. Manuela dos Santos Oliveira  em Omraam Mikhael Aïvanhov

Pensamento de domingo 1 de Dezembro de 2013




Corpo causal - o nosso cume interior


"Do ponto de vista simbólico, um cume representa o nosso sol interior. Os Iniciados sempre se serviram deste símbolo, mesmo em regiões onde só existem algumas colinas. Foi no sermão “da montanha” que Jesus revelou o essencial do seu ensinamento, e essa montanha nem sequer é nomeada... Talvez, precisamente, porque se tratava sobretudo de uma montanha espiritual.


O cume é o símbolo da Iniciação, é o lugar onde o homem se instrui, se purifica, se liberta e adquire uma visão superior da vida, pois nas alturas, onde o ar é tão puro, é mais fácil atingir em si mesmo esse cume a que a Ciência Iniciática chama o corpo causal. É aí, no corpo causal, que o pensamento encontra todos os elementos para a realização; é aí que estão as forças, os poderes a que devemos aceder para nos tornarmos criadores."


Omraam Mikhaël Aïvanhov