Publicado por Maria Elisete em 30 setembro 2014 às 19:21 em RENOVANDO ATITUDES
"Mas o papel de Jesus não foi simplesmente o de um legislador moralista, sem outra autoridade que a sua palavra; ele veio cumprir as profecias que haviam anunciado sua vinda; sua autoridade decorria da natureza excepcional de seu Espírito e de sua missão divina..."
(Capítulo 1, item 4.)
Ele andou pelos caminhos terrenos desprovido de qualquer apego, consideração ou aplausos.
Ensinou a excelência da mensagem do amor em sua grandeza superlativa e, ao mesmo tempo, percorreu os caminhos, desacompanhado de seus pais ou parentes, solicitando, todavia, a presença espontânea de amigos amorosos que lhes absorveram as lições inesquecíveis.
Não tinha sequer onde reclinar a cabeça, despojado de qualquer bem material; nunca tomava decisões precipitadas em face de atitudes positivas ou negativas que aconteciam em seu redor, mas sempre reflexionava com sua estrutura divina, pois tinha plena consciência de sua missão terrena em favor da educação de uma humanidade ignorante e sofredora.
Ele afirmava que todos deveriam ser vistos como irmãos ou amigos, porque sabia que em potencial poderiam vir a ser pais, filhos, cônjuges ou irmãos, visto que é da lei universal a reencarnação e a caminhada a um só rebanho e a um só Pastor.
Independente de tudo e de todos, conhecia a estrada a ser percorrida, pois estava seguro em Si mesmo; dessa forma, fez sua trajetória livre de convenções e padrões preestabelecidos, não aceitando preconceitos de qualquer matiz, porquanto sabia transitar com grandeza e dignidade pelos caminhos do mundo. Criatura magnífica, retinha na mente poderes que lhe permitiam manipular desde a intimidade da matéria até as essências mais sutis da alma humana. Homem generoso, sempre voltado à Natureza, com a qual se integrava em plenitude. Amava os lírios dos campos, os pássaros dos céus, os montes arborizados, as brisas da manhã, as águas dos lagos, os trigais, e a própria natureza divina que existe em tudo e em todos. Ele exemplificou as belezas naturais terrenas, comparando-as com o Reino dos Céus, fazendo dessa forma um elo divino, isto é, uma ligação de amor entre os Céus e a Terra. Ensinou-nos a respeitar inicialmente as coisas da Terra, para que pudéssemos, então, amar as coisas da Vida Maior. Aparentemente fracassado na cruz, mostrou-nos logo após que venceu o mundo em todos os aspectos. Jesus podia ―ver‖ com absoluta facilidade por trás das cortinas do teatro da vida humana e tinha a nítida percepção das intenções mais secretas. Os seres humanos, para Jesus, eram verdadeiros ―livros abertos‖: seu olhar penetrava o âmago das almas, onde conseguia alcançar seus pontos fracos. Não sufocava com a força de sua personalidade aqueles que O procuravam; ao contrário, afirmava: ‗Tudo depende de ti‖, ou mesmo, ―Atua fé te curou‖. Em outras ocasiões, aconselhava-os: ―Vai e não peques mais‖, convidando-os para uma vida autêntica e oferecendo apoio e incentivo para construírem a ―Casa sobre a rocha‖. Foi Mestre por excelência, porque se manteve longe dos excessos nos relacionamentos: do excesso de ―convites‖, que promove desmedido envolvimento pessoal, dificultando a ajuda real, e do excesso de ―indiferença‖, que provoca falta de compaixão e posicionamento frio.
Preceptor das Almas, levou-nos à reflexão íntima, ou melhor, à interiorização de nós mesmos, quando assegurou: ―Eu estou no Pai e o Pai está em mim‖,17 formalizando assim a necessidade do nosso autoconhecimento como base vital para alcançarmos o Reino do Céus. Sigamos Jesus, Ele é a Luz do Mundo, o Sol Fulgurante que aquece as almas do frio interior, da desilusão e da desesperança. Busquemos Jesus agora e sempre, porque só assim estaremos caminhando ao encontro da paz tão almejada.
17 João 14:11.
HAMMED
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Sete passos para a superação do ego por Wayne W Dyer
Publicado por Fatima dos Anjos em 28 setembro 2014 às 21:44 em ECOLOGIA INTERIOR
Back to ECOLOGIA INTERIOR Discussions
1-Você não se resume as suas conquistas e vitórias.
Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas.
Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego.
2-Seja um observador
perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.
3. Abandone o querer estar certo.
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura.
Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; "Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão".
Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade".
Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.
4. Abandone o querer ser superior.
A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros.
É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém.
Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance.
Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um.
Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego.
Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção.
A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas
5. Deixe de querer ter mais.
O mantra do ego é "mais". Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.
A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos.
Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.
7. Deixe sua reputação de lado.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens.
Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção.
Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte.
Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa. Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!"
Autor:Wayne W. Dyer
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1-Você não se resume as suas conquistas e vitórias.
Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas.
Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego.
2-Seja um observador
perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.
3. Abandone o querer estar certo.
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura.
Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; "Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão".
Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade".
Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.
4. Abandone o querer ser superior.
A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros.
É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém.
Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance.
Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um.
Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego.
Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção.
A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas
5. Deixe de querer ter mais.
O mantra do ego é "mais". Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.
A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos.
Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.
7. Deixe sua reputação de lado.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens.
Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção.
Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte.
Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa. Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!"
Autor:Wayne W. Dyer
Ame e manifeste esse Amor
Ame e Manifeste esse Amor!
Publicado por Fatima dos Anjos em 28 setembro 2014 às 21:53 em ECOLOGIA INTERIOR
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" Pense em alguém que você gosta muito. Do passado, do presente ou do futuro. Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável. Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você. Conecte-se com esse amor que habita em você.Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você. Vá expandindo sua capacidade de amar. Inclua todas as pessoas que você conhece. Agora inclua as que você não conhece. Inclua pessoas próximas e distantes. Inclua pessoas que você jamais viu. Os povos africanos, asiáticos, australianos...
Os povos e tribos de toda a terra. Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores e insetos, flores e pássaros. Mares, rios e oceanos. Inclua a vegetação da Amazônia e da Patagônia. Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara...
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora. Inclua os Lusíadas, a Odisséia, Kojiki... Inclua toda a literatura mundial, um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakespeare, um tanto de Saragosa , uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz...
Inclua todas as religiões. Como se não houvesse dentro nem fora. Imagine como John Lennon, que o mundo é um só. O mundo é único. O mundo, o universo, o pluriverso é um só.
Nós somos unas e unos com o Uno. Perceba. Isto que digo é a verdade. E só há esse caminho. Inúmeras analogias, linguagens éticas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incandescente, brilhante, da vida em movimento, o transformador.
Somos a vida da Terra. Somos a vida do Universo. Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes de ir além deste saquinho de pele que chamamos o eu, então contatamos com a essência da vida. Que é a nossa própria essência.
E de tudo que é, assim como é.
Algum nome? Nenhum nome? Caminhemos. Tornemo-nos o caminho a cada passo. Que cada passo seja um passo de paz. Que todo ano se abra com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos. Abertura para o infinito. Abertura para a imensidão. Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria. Abertura para compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que, aqui e agora, juntas e juntos, nos tornamos.E ao nos tornarmos Amor tudo se torna vida e vida em abundância. Ame e manifeste esse amor agora."
Autora:Monja Coen Fonte:www.monjacoen.com.br,
Publicado por Fatima dos Anjos em 28 setembro 2014 às 21:53 em ECOLOGIA INTERIOR
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" Pense em alguém que você gosta muito. Do passado, do presente ou do futuro. Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável. Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você. Conecte-se com esse amor que habita em você.Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você. Vá expandindo sua capacidade de amar. Inclua todas as pessoas que você conhece. Agora inclua as que você não conhece. Inclua pessoas próximas e distantes. Inclua pessoas que você jamais viu. Os povos africanos, asiáticos, australianos...
Os povos e tribos de toda a terra. Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores e insetos, flores e pássaros. Mares, rios e oceanos. Inclua a vegetação da Amazônia e da Patagônia. Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara...
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora. Inclua os Lusíadas, a Odisséia, Kojiki... Inclua toda a literatura mundial, um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakespeare, um tanto de Saragosa , uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz...
Inclua todas as religiões. Como se não houvesse dentro nem fora. Imagine como John Lennon, que o mundo é um só. O mundo é único. O mundo, o universo, o pluriverso é um só.
Nós somos unas e unos com o Uno. Perceba. Isto que digo é a verdade. E só há esse caminho. Inúmeras analogias, linguagens éticas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incandescente, brilhante, da vida em movimento, o transformador.
Somos a vida da Terra. Somos a vida do Universo. Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes de ir além deste saquinho de pele que chamamos o eu, então contatamos com a essência da vida. Que é a nossa própria essência.
E de tudo que é, assim como é.
Algum nome? Nenhum nome? Caminhemos. Tornemo-nos o caminho a cada passo. Que cada passo seja um passo de paz. Que todo ano se abra com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos. Abertura para o infinito. Abertura para a imensidão. Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria. Abertura para compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que, aqui e agora, juntas e juntos, nos tornamos.E ao nos tornarmos Amor tudo se torna vida e vida em abundância. Ame e manifeste esse amor agora."
Autora:Monja Coen Fonte:www.monjacoen.com.br,
Grão de mostarda
Publicado por Maria Elisete em 18 setembro 2014 às 18:50 em RENOVANDO ATITUDES
"... Jesus lhes respondeu: É por causa da vossa incredulidade. Porque eu vô-lo digo em verdade: se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: transporta-te daqui para ali, e ela se transportaria, e nada vos seria impossível."
(Capítulo 19, item 1.)
Fé é sentimento instintivo que nasce com o espírito. Crença inata, impulso íntimo fundamentado na ―certeza absoluta‖ de que o Poder Divino, em toda e qualquer situação, está sempre promovendo e ampliando nosso crescimento pessoal.
Essa convicção inabalável na ―Sabedoria Divina‖, que é a própria Inteligência que rege a tudo e a todos, atinge sua plenitude nas criaturas mais evoluídas. Tais valores se encontravam inicialmente em estado embrionário e, ao longo das encarnações sucessivas, estruturaram-se entre as experiências do sentimento e do raciocínio.
Como em todas as manifestações de progresso, também esse impulso intuitivo do ser humano ligado às faixas da fé é resultado de um desenvolvimento lento e progressivo.
Por exemplo, a criança não pode manifestar a habilidade de falar, sem ter atravessado as fases básicas da fonética, isto é, resmungar, balbuciar, soletrar e silabar.
Desse modo, o ser imaturo, apesar de criado com esse sentimento instintivo da fé, também atravessa um vasto período de desenvolvimento, que não se dá por mudanças abruptas, mas por uma série de sensações e percepções, às vezes mais ou
menos demoradas, conforme a vontade e a determinação do próprio espírito.
Conseqüentemente, a fé plena não é só conquista repentina que aparece quando queremos; é também trabalho desenvolvido e assimilado ao longo do tempo.
Ela pulsa em todas as criaturas vivas e agita-se nas menores criações do Universo.
Encontra-se na renovação do mineral rompido, que se restaura a si mesmo; aparece no fototropismo das plantas em crescimento; impulsiona o ―relógio interno‖, que incita as aves a efetuar suas migrações, quase na mesma época em todos os anos; aguça o ―regresso ao lar‖, ou seja, estrutura a capacidade de orientação e localização observada em certos animais domésticos.
A fé também estimula o homem selvagem a nutrir a crença na existência de um ser supremo, que eles adoram nos fenômenos e elementos da Natureza.
Entendemos, dessa forma, que a fé não equivale a uma ―muleta vantajosa‖ que nos ajuda somente em nossas etapas difíceis, nem ―providências de última hora‖ para alcançarmos nossos caprichos imediatistas. Ter fé é auscultar e perceber as ―verdadeiras intenções‖ da ação divina em nós e, acima de tudo, é o discernimento de que tudo está absolutamente certo.
Nada está errado conosco, pois o que chamamos de ―imperfeição‖ no mundo são apenas as lições não aprendidas ou não entendidas, que precisam ser recapituladas, a fim de que possamos nos conhecer melhor, assim como as leis que regem nossa existência.
Ter fé em Deus é reconhecer que a Natureza, ―Arte Divina‖, garante nossa própria evolução. Mesmo quando tudo pareça ruir em nossa volta, é ainda a fé amplamente desenvolvida que nos dará a certeza de que, mesmo assim, estaremos sempre ganhando, ainda que momentaneamente não possamos decifrar o ganho com clareza e nitidez.
No Universo nada existe que não tenha sua razão de ser. Tudo aquilo que parece desastroso e negativo em nossa existência, nada mais é que a vida articulando caminhos, para que possamos chegar onde estão nossos reais anseios de progresso, felicidade e prazer.
A criatura que aprendeu a ver o encadear dos fatos de sua vida, além de cooperar e fluir com ela, percebe que aquilo que lhe parecia negativo era apenas um ―caminho preparatório‖ para alcançar posteriormente um Bem Maior e definitivo para si mesma. As grandes tragédias não significam castigos e punições, porém maiores possibilidades futuras para a obtenção de uma melhoria de vida íntima e, paralelamente, de plenitude existencial. Em face dessas realidades, a fé aperfeiçoada faz com que possamos avaliar em todas as ocorrências uma constante renovação enriquecedora. Quando todas as árvores estão despidas, é que se inicia um novo ciclo em que elas reúnem suas forças embrionárias e instintivas da fé para novamente se vestir de folhas, flores e frutos. Tudo na Natureza obedece a ―ritmos‖. São processos da vida em ação. No final de um ciclo, nossa energia declina para, logo em seguida, reunirmos mais forças para uma nova incursão renovadora. A cada nova etapa de crescimento, talvez nos sintamos temerosos e inseguros, a exemplo de certos animais que perdem momentaneamente seus revestimentos protetores. Depois, no entanto, nos sentiremos melhor adaptados, ao nos cobrirmos com elementos e estruturas mais eficientes, e que nos permitam prosseguir mais ajustados em nosso novo estágio evolutivo. Assim acontece com todos. Seremos atingidos por um ―sereno bem-estar‖ quando visualizarmos antecipadamente as porvindouras oportunidades de reconforto, prosperidade e segurança que a vida nos trará após atravessarmos os ―ciclos amargos‖ do renascimento interior.
A confiança em que tudo está justo e certo e em que não há nada a fazer, a não ser melhorar o nosso próprio modo de ver e entender as coisas, alicerça-se nas palavras de Jesus: ―até os fios de cabelo da nossa cabeça estão todos contados‖16. É a convicção perfeitamente ajustada a uma compreensão ilimitada dos desígnios infalíveis e corretos da Providência Divina.
16 Lucas 12:7
Em muitas ocasiões, somente usando os recursos interpretativos da fé, nos
grandes choques e tragédias, é que podemos notar o ―processo de atualização‖ que a vida nos oferece, porquanto o significado de um acontecimento é captado em plenitude apenas quando ―decifrado‖.
É o único caminho que nos permitirá encontrar a verdadeira compreensão e entendimento dos fatos em si.
Entretanto, quando não traduzimos no decorrer dos acontecimentos nossos episódios existenciais, sentimos que nossa vida vai-se tornando inexpressiva, sem nenhum sentido, porque vamos perdendo contato com as mensagens silenciosas e sábias que a vida nos endereça.
Aqui estão algumas interpretações de fatos aparentemente negativos, quando na realidade são profundamente positivos:
— Para vencermos a doença é necessário interpretar o que o sintoma quer-nos alertar sobre o que precisamos fazer ou mudar para harmonizar nosso psiquismo descontrolado.
— Sucessivos acontecimentos de ―abandono‖ e ―decepção‖ em nossa vida são mensagens silenciosas alertando-nos que nosso ―grau de ilusão‖ ultrapassou os limites permitidos.
— Perda de criaturas queridas pode ser a lição que nos vai livrar de atitudes possessivas e de apegos patológicos, tanto para quem parte como para quem fica.
— Alucinação e loucura podem nos adestrar para maiores valorizações da realidade, afastando-nos de fantasias e aparências.
— Vícios de qualquer matiz podem estabelecer nos indivíduos normas corretivas na vida interior, a fim de que aprendam a lidar e a controlar melhor suas emoções e sentimentos.
— Traição afetiva pode nos exercitar na fiscalização de nosso ―grau de confiabilidade‖ e ―vulnerabilidade‖ perante os outros.
— Desprezo ou desconsideração podem ser emissões educativas, impulsionando-nos a um maior amor a nós próprios.
O ser humano de fé não é crédulo nem fanático; é antes o indivíduo que distingue os lucros e vantagens inseridos nos processos da vida. Compreende a seqüência de fatos interconectados aprimorando-se paulatinamente para intensificar sua estabilidade e harmonia e, como conseqüência, seu engrandecimento espiritual.
Em síntese, a fé como força instintiva da alma guarda em si possibilidades transcendentes e poderes infinitos. Ao ampliá-la, o homem se potencializa vigorosamente, fluindo e contribuindo com o próprio ritmo da vida como um todo.
O ―grão de mostarda‖, na comparação de Jesus Cristo, representa a minúscula semente como sendo o ―impulso imanente‖ que começa a se formar no ―princípio inteligente‖, nos primeiros degraus dos reinos da Natureza. Ao longo dos tempos, se transmuta, desenvolvendo potencialidades inatas, e, futuramente, se transforma num ser completo e de ações poderosas.
Devemos compreender, por fim, que o ―poder da fé‖ realmente ―transporta montanhas‖ e que para o espírito nada é inacessível, pois, quando percebe a razão de tudo e interpreta com exatidão a sabedoria de Deus, a vida para ele não tem fronteiras.
Ao ampliarmos nossa consciência na fé, sentiremos uma inefável serenidade íntima, porque conseguimos entender perfeitamente que, no Universo, tudo está ―como deve ser‖; não existe atraso nem erro, somente a manutenção e a segurança do ―Poder Divino‖ garantindo a estabilidade e o aperfeiçoamento de suas criaturas e criações.
Hammed - Renovando Atitudes
sábado, 4 de outubro de 2014
*Alzheimer: acima de tudo uma moléstia espiritual.*
*É Possível Evitar**
Por.: Dr. Américo Marques Canhoto*
Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos.
Nasceu em Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família desde
1978.
Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto - Estado
de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes que se
diziam indicados por um médico : Dr. Eduardo Monteiro.
Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse médico era um
espírito, que lhe informou:
*Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do
espírito.*
Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações
pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e
na vida familiar - dois casos na família. Achamos importante também analisar
o problema dos 'cuidadores' do doente (família).
Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas
acontecem no momento atual. Será que as projeções estatísticas de alguns
anos atrás valem para hoje? Serão confiáveis como sempre foram? Se tudo está
mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos
65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até menos?
Alerta
- É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que
já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção
(primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo
de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos,
estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo
de vida vai mudar? Então, quanto tempo o organismo suportará antes de
começar a degenerar? É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?
Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer
- Em nossa experiência, temos observado algumas características que se
repetem:
a) Costumam ser muito focadas em si mesmas.
b) Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um
processo de co-dependência e até de simbiose.
c) Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução).
d) São de poucos amigos.
e) Gostam de viver isoladas.
f) Não ousam mudar.
g) Conservadoras até o limite.
h) Sua dieta é sempre a mesma.
i) Criam para si uma rotina de 'ratinho de laboratório'.
j) São muito metódicas.
k) Costumam apresentar pensamentos circulares e idéias repetitivas bem antes
da doença se caracterizar.
l) Cultivam manias e desenvolvem TOC (transtorno obsessivo compulsivo) com
freqüência.
m) Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar.
n) Leitura os enfastia.
o) Não são chegadas em ajudar o próximo.
p) Avessas á prática de atividades físicas.
q) Facilmente entram em depressão.
r) Agressivas contidas.
s) Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.
t) Não se engajam.
u) Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez.
v) Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em
manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um
esforço sobre-humano.
Gatilhos que costumam desencadear o processo
- Na atualidade a parcela da população que corre mais risco, são os que se
aposentam - especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de
vida de troca interativa em seqüência. Isolam-se.
Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para
não precisar fazer escolhas ou mudanças. Avarentos de afeto e carentes de
trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se
escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para
os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de
uma hora para outra.
Alzheimer e mediunidade
- No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles
falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. Chegam a transmitirem o
que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.
Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade o filme das vidas
passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e
nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última
existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido
próximos na última existência. Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em
muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.
Obsessão
- É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo
arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não
são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam
vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço
do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do
processo obsessivo? O doente ou a família?
Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados
- O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais
nada agradáveis. Os 'cuidadores' desses pacientes tem mil histórias a contar
e muitos depoimentos a fazer. Esse assunto merece muitos comentários.
O espírito volta para a vitrine
- Tal e qual o espírito que reencarna; pois na infância nosso espírito está
na vitrine, já que ainda não sofreu a ação da educação formal. Esse tipo de
doença libera toda a nossa real condição que, perde as contenções da
personalidade formal e mostra sua verdadeira condição: nua e crua.
Para quê? Quem pode se beneficiar com isso? Serão os familiares mais
atentos? Os profissionais da saúde?
Como médica, tive um caso curioso, nosso paciente se beneficiava na parte
cognitiva com a medicação específica mas, tivemos que suspendê-la, pois, ele
que antes parecia um 'docinho de coco', com o evoluir da doença, mostrou sua
personalidade agressiva e manifestava-se de tal forma que chegou a ser
expulso de uma clínica especializada pois do nada agredia os outros internos
- na decisão de consenso optou-se por manter as tradicionais 'camisas de
força' (remédios que todos conhecem).
Os cuidadores
- Mesmo com medo de ter que 'cuidar de uma antiga criança mal educada' como
se tornam os portadores dessa doença; ela não deixa de ser uma oportunidade
ímpar de desenvolvermos qualidades espirituais a 'toque de caixa'. Feliz de
quem encara essa tarefa sem dia sem noite, sem férias. Pena que algumas
pessoas não sejam capazes de suportar tal tarefa com calma - Quem se arrisca
a encarar com bom humor e realizar o que for possível ajudando a esse irmão?
Serão os cuidadores vítimas ou felizardos? O que isso tem a ver com o
passado? Cada qual que decida...
Quantos cuidadores se tornarão doentes?
- Alerta: 'Cuidadores' costumam não aprender nada e, repetem a lição para os
outros, tornam-se ferramentas de aprendizado.
O que é possível aprender como cuidador? Paciência, tolerância, aceitação,
dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência,
capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.
Para o 'cuidador' é diferente o Alzheimer rico do pobre?
- O que mais se vê é o pobre sendo cuidado pela família e o rico sendo
cuidado por terceiros. Quem ganha o que e quanto? Terceirizar tem algum
mérito? Tornar-se doente de Alzheimer na classe média é uma loteria; por
quem ou onde seremos 'cuidados'?
Cuidador ou responsável?
- Tal e qual na infância temos pais ou responsáveis, neste caso vale a mesma
analogia.
O que o cuidador ganha ou perde?
- Vale a pena abdicar de uma tarefa de vida para cuidar de uma pessoa que
tudo fez para ficar nessa condição de necessitado? - Quem ou o que dita os
valores? Quem ganha ou perde o que? Em qual condições? - Na dúvida chame
Jesus, Ele explica tudo muito bem...
O problema da obsessão
- Quem obsidia quem? Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro -
não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um
pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida
basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.
Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da
doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade':
você fez isso ou aquilo, agora vai ver! - preste muita atenção em tudo que o
doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o
passado e o presente.
Quem ganha e quem perde a briga? O doente parece estar em situação
desfavorável, pois aparentemente perdeu a capacidade de arquitetar, decidir
- mas, quem sabe ele abriu mão disso, para tornar-se simples instrumento de
outros desencarnados que estão em melhores condições de azucrinar a vida do
inimigo (alianças e conchavos) - Quem sabe?
A dieta influencia
- Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita
variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados.
Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos
ricos em ômega3 e ômega6, devem consumir mais peixe e gorduras de origem
vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo
de semente de gergelim).
Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser
atenuados ou evitados pela mudança de dieta.
Doença silenciosa?
- Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e
estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte
dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual
existência, até o problema da doença de Alzheimer.
Dia após dia, fase após fase o quadro do que nos espera no futuro vai
ficando claro.
Fique esperto: Evangelize-se (no sentido de praticar não de apenas conhecer)
para não precisar voltar a usar fraldas.
O mal de Alzheimer é hereditário? Pode ser transmitido?
- Sim pode, mas não de forma passiva inscrito no DNA, e sim, pelo
aprendizado e pela cópia de modelos de comportamento. Lógico que pode ser
contagioso; mas pela convivência descuidada fruto de uma educação sem
Evangelização.
Remédios resolvem?
- Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se,
possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo
tempo.
Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir
podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo;
pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a
peneira.
Remédios previnem?
- Claro que não - apenas adiam o inexorável.
Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam.
Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio á
terceira idade. A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas
em grupo geram um fluxo de energia curativa.
A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento
do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um
bom remédio.
Qual a vacina?
- Desde que saibamos separar a vacina ativa da passiva.
O ato de nos vacinarmos contra a doença de Alzheimer é o de estudar as
características de personalidade, caráter e comportamento dos que a
vivenciam, para que não as repitamos.
A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da
inteligência, da criatividade e a prática da caridade. Seguir ao pé da letra
o recado que nos deixou o Espírito da Verdade:
'Amai-vos e instruí-vos'.
Quer evitar tornar-se um Alzheimer?
Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a caridade com
muito esforço e inteligência.
Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo
que promete nos visitar cada dia mais precocemente, além das dúvidas que
levantamos esperamos que os interessados não se furtem ao saudável debate.
Até breve. Muita paz...
Artigo.: Alzheimer: É Possível Evitar
Por.: Dr. Américo Marques Canhoto (Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em
Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família, clinica desde o ano
de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes
indicados pelo doutor Eduardo Monteiro.
Depois descobriu que esse médico era um espírito.
Site Jornal dos Espíritos.
Por.: Dr. Américo Marques Canhoto*
Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos.
Nasceu em Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família desde
1978.
Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto - Estado
de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes que se
diziam indicados por um médico : Dr. Eduardo Monteiro.
Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse médico era um
espírito, que lhe informou:
*Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do
espírito.*
Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações
pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e
na vida familiar - dois casos na família. Achamos importante também analisar
o problema dos 'cuidadores' do doente (família).
Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas
acontecem no momento atual. Será que as projeções estatísticas de alguns
anos atrás valem para hoje? Serão confiáveis como sempre foram? Se tudo está
mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos
65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até menos?
Alerta
- É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que
já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção
(primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo
de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos,
estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo
de vida vai mudar? Então, quanto tempo o organismo suportará antes de
começar a degenerar? É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?
Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer
- Em nossa experiência, temos observado algumas características que se
repetem:
a) Costumam ser muito focadas em si mesmas.
b) Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um
processo de co-dependência e até de simbiose.
c) Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução).
d) São de poucos amigos.
e) Gostam de viver isoladas.
f) Não ousam mudar.
g) Conservadoras até o limite.
h) Sua dieta é sempre a mesma.
i) Criam para si uma rotina de 'ratinho de laboratório'.
j) São muito metódicas.
k) Costumam apresentar pensamentos circulares e idéias repetitivas bem antes
da doença se caracterizar.
l) Cultivam manias e desenvolvem TOC (transtorno obsessivo compulsivo) com
freqüência.
m) Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar.
n) Leitura os enfastia.
o) Não são chegadas em ajudar o próximo.
p) Avessas á prática de atividades físicas.
q) Facilmente entram em depressão.
r) Agressivas contidas.
s) Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.
t) Não se engajam.
u) Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez.
v) Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em
manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um
esforço sobre-humano.
Gatilhos que costumam desencadear o processo
- Na atualidade a parcela da população que corre mais risco, são os que se
aposentam - especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de
vida de troca interativa em seqüência. Isolam-se.
Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para
não precisar fazer escolhas ou mudanças. Avarentos de afeto e carentes de
trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se
escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para
os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de
uma hora para outra.
Alzheimer e mediunidade
- No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles
falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. Chegam a transmitirem o
que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.
Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade o filme das vidas
passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e
nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última
existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido
próximos na última existência. Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em
muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.
Obsessão
- É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo
arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não
são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam
vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço
do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do
processo obsessivo? O doente ou a família?
Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados
- O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais
nada agradáveis. Os 'cuidadores' desses pacientes tem mil histórias a contar
e muitos depoimentos a fazer. Esse assunto merece muitos comentários.
O espírito volta para a vitrine
- Tal e qual o espírito que reencarna; pois na infância nosso espírito está
na vitrine, já que ainda não sofreu a ação da educação formal. Esse tipo de
doença libera toda a nossa real condição que, perde as contenções da
personalidade formal e mostra sua verdadeira condição: nua e crua.
Para quê? Quem pode se beneficiar com isso? Serão os familiares mais
atentos? Os profissionais da saúde?
Como médica, tive um caso curioso, nosso paciente se beneficiava na parte
cognitiva com a medicação específica mas, tivemos que suspendê-la, pois, ele
que antes parecia um 'docinho de coco', com o evoluir da doença, mostrou sua
personalidade agressiva e manifestava-se de tal forma que chegou a ser
expulso de uma clínica especializada pois do nada agredia os outros internos
- na decisão de consenso optou-se por manter as tradicionais 'camisas de
força' (remédios que todos conhecem).
Os cuidadores
- Mesmo com medo de ter que 'cuidar de uma antiga criança mal educada' como
se tornam os portadores dessa doença; ela não deixa de ser uma oportunidade
ímpar de desenvolvermos qualidades espirituais a 'toque de caixa'. Feliz de
quem encara essa tarefa sem dia sem noite, sem férias. Pena que algumas
pessoas não sejam capazes de suportar tal tarefa com calma - Quem se arrisca
a encarar com bom humor e realizar o que for possível ajudando a esse irmão?
Serão os cuidadores vítimas ou felizardos? O que isso tem a ver com o
passado? Cada qual que decida...
Quantos cuidadores se tornarão doentes?
- Alerta: 'Cuidadores' costumam não aprender nada e, repetem a lição para os
outros, tornam-se ferramentas de aprendizado.
O que é possível aprender como cuidador? Paciência, tolerância, aceitação,
dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência,
capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.
Para o 'cuidador' é diferente o Alzheimer rico do pobre?
- O que mais se vê é o pobre sendo cuidado pela família e o rico sendo
cuidado por terceiros. Quem ganha o que e quanto? Terceirizar tem algum
mérito? Tornar-se doente de Alzheimer na classe média é uma loteria; por
quem ou onde seremos 'cuidados'?
Cuidador ou responsável?
- Tal e qual na infância temos pais ou responsáveis, neste caso vale a mesma
analogia.
O que o cuidador ganha ou perde?
- Vale a pena abdicar de uma tarefa de vida para cuidar de uma pessoa que
tudo fez para ficar nessa condição de necessitado? - Quem ou o que dita os
valores? Quem ganha ou perde o que? Em qual condições? - Na dúvida chame
Jesus, Ele explica tudo muito bem...
O problema da obsessão
- Quem obsidia quem? Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro -
não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um
pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida
basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.
Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da
doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade':
você fez isso ou aquilo, agora vai ver! - preste muita atenção em tudo que o
doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o
passado e o presente.
Quem ganha e quem perde a briga? O doente parece estar em situação
desfavorável, pois aparentemente perdeu a capacidade de arquitetar, decidir
- mas, quem sabe ele abriu mão disso, para tornar-se simples instrumento de
outros desencarnados que estão em melhores condições de azucrinar a vida do
inimigo (alianças e conchavos) - Quem sabe?
A dieta influencia
- Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita
variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados.
Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos
ricos em ômega3 e ômega6, devem consumir mais peixe e gorduras de origem
vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo
de semente de gergelim).
Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser
atenuados ou evitados pela mudança de dieta.
Doença silenciosa?
- Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e
estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte
dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual
existência, até o problema da doença de Alzheimer.
Dia após dia, fase após fase o quadro do que nos espera no futuro vai
ficando claro.
Fique esperto: Evangelize-se (no sentido de praticar não de apenas conhecer)
para não precisar voltar a usar fraldas.
O mal de Alzheimer é hereditário? Pode ser transmitido?
- Sim pode, mas não de forma passiva inscrito no DNA, e sim, pelo
aprendizado e pela cópia de modelos de comportamento. Lógico que pode ser
contagioso; mas pela convivência descuidada fruto de uma educação sem
Evangelização.
Remédios resolvem?
- Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se,
possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo
tempo.
Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir
podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo;
pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a
peneira.
Remédios previnem?
- Claro que não - apenas adiam o inexorável.
Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam.
Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio á
terceira idade. A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas
em grupo geram um fluxo de energia curativa.
A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento
do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um
bom remédio.
Qual a vacina?
- Desde que saibamos separar a vacina ativa da passiva.
O ato de nos vacinarmos contra a doença de Alzheimer é o de estudar as
características de personalidade, caráter e comportamento dos que a
vivenciam, para que não as repitamos.
A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da
inteligência, da criatividade e a prática da caridade. Seguir ao pé da letra
o recado que nos deixou o Espírito da Verdade:
'Amai-vos e instruí-vos'.
Quer evitar tornar-se um Alzheimer?
Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a caridade com
muito esforço e inteligência.
Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo
que promete nos visitar cada dia mais precocemente, além das dúvidas que
levantamos esperamos que os interessados não se furtem ao saudável debate.
Até breve. Muita paz...
Artigo.: Alzheimer: É Possível Evitar
Por.: Dr. Américo Marques Canhoto (Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em
Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família, clinica desde o ano
de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes
indicados pelo doutor Eduardo Monteiro.
Depois descobriu que esse médico era um espírito.
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