sábado, 16 de julho de 2016

Um novo Portal aberto

Imensa Onda de Mudanças Cósmicas está sobre nós - 09.07.2016



Há um poderoso Portal cósmico abrindo-se entre Júpiter e a Terra, que tinha sido fechado há milênios. Parece algo como um wormhole/ buraco de minhoca, e traz pela primeira vez em milhões de anos o retorno de uma consciência cósmica de massa que está sendo incorporada em determinados Portais Estelares neste sistema solar.



Os mecanismos deste campo enorme de consciência é a dos primórdios, quando as primeiras galáxias foram formadas, as primeiras 12 Galáxias Mestres; e então, quando as guerras dos céus começaram este Portal grandioso foi fechado e moveu-se para as novas galáxias formadas nos confins do Cosmos.

Ele afetará as pirâmides e as grades de pirâmides na superfície e aquelas sob o mar, e traz a aceleração da elevação de consciência no planeta.



Acionará bancos de memória imensos em nosso DNA e a memória molecular inerentes, e ocasionar uma grande mudança na maneira como percebemos nosso mundo material; como um grande começo da desintegração do que cada um percebe sobre outras formas de vida, que têm vivido ao nosso lado, em diferentes estados dimensionais, e também no interior da Terra, e que agora pela primeira vez são visíveis para aqueles que estão sintonizando os impulsos cósmicos emitidos por este Portal.

Este Portal está diretamente ligado à Constelação da Ursa, pois foi uma das primeiras galáxias a evoluir verdadeiramente à Super Consciência, provocando uma maior grande mudança no Cosmos, e em seguida, influenciou a vida em Sírius, Andromeda, Plêiades , Arcturus, Orion e Via Láctea, bem como Pegasus, Touro e Leão.



O Portal vai começar a afetar-nos, e abrir as Redes de energia da Terra. É uma Energia de alta frequência que não pode ser detectada ainda por medições humanas, uma vez que vibra em uma faixa que está fora da nossa órbita.



Ele vai trazer ativação das sinapses ocultas (latentes) dentro de nosso cérebro - aquelas partes que não temos utilizado há milhares de anos.



Ele trará uma abertura repentina de dons, habilidades e capacidades que nos permitirão fazer uma mudança total de consciência dentro de um período muito curto de tempo, assim como o planeta está agora pronto para a etapa de incrementar a consciência e está puxando-nos em uma banda de frequência muito maior.



Isso significa que equipamento eletrônico, de repente, começará avariar e comunicações por satélite serão afetadas. Haverá aprimoramento em faixas de frequências mais baixas,que lenta e seguramente começam a desintegração e, portanto, não pode funcionar mais na banda que costumava funcionar.



Ele vai trazer um movimento de massas para os espaços de energia do coração que então desintegram velhos padrões, que são também padrões ancestrais, e mais os padrões de pensamento antigos que já não servem a este planeta; desse modo este campo de energia está agora penetrando a matriz da energia existente e mudando todo o campo.



Como isso traz campos cósmicos enormes de novas energias, juntamente com as erupções solares cósmicas emitidas do Sol - que também são cada vez mais afetadas por esta abertura do Portal - afeta nossas vidas diárias no campo subconsciente quando iniciamos a compreensão cada vez maior que as velhas estruturas, as velhas mentiras, os velhos mecanismos de controle desabam, e o novo começo forma o que é de tão alta frequência que o antigo não pode se mover para esses campos.



Enquanto nos movemos para a maior verdade e integridade da nossa própria Alma e seu sistema de orientação interior, vamos receber ajuda daqueles nas Dimensões Superiores para incorporar as alterações, e assim avançar com este campo, e passar para os estados mais elevados de consciência.



É, portanto, imperativo que continuemos com a limpeza de tudo o que vem à tona em nossos bancos de memória, quer seja pessoal, familiar e purificação coletiva. Só sentirá imensamente desorientado se não estiver disposto a fazer a limpeza interior e ir com o fluxo cósmico.



O que mais será afetado é a forma de pensar, de maneira que a ciência vai finalmente entender que todo o pensamento não incorporado à uma abordagem holística centrada no coração do Ser é apenas uma ilusão.

À medida que damos passos maiores nas faixas de frequências e consciência, caminhamos mais e mais para o papel Co-criador. No entanto, isso só pode acontecer quando começarmos a aderir às leis cósmicas e estivermos em harmonia com elas e, assim, aprender a fluir com as faixas de frequências cósmicas e se tornar Um com elas.



Espere então por alterações escalares e para mais mudanças chegarem. Nada está estabelecido. Tudo está em um tremendo fluxo, e todos estão ocupados aparentando formar algo novo.



Segure-se a nada. Segure-se a ninguém e nada. Isso não significa que você não pode amar alguém – só não agrilhoe. Aprenda a ir com o fluxo e não resista a ele.



Você somente sentirá dor intensa se resistir a esta Onda Cósmica massiva de desintegração, de modo que a integração em grande escala cósmica possa ocorrer.



É tempo para a Nova Era se fazer sentir, e nada mais, nestas bandas de frequência cósmicas mais elevadas.



Autor: Judith Kusel

Fonte: http://www.lovehaswon.org/

Tradução: Vilma Capuano



http://www.sementesdasestrelas.com.br











O que são realidades paralelas


Publicado por Fatima dos Anjos em 16 julho 2016 às 18:07 em MENSAGENS DOS MESTRES
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A nossa alma multidimensional fez a longa viagem a partir da fonte para o mundo da forma e quer experimentar todas as opções possíveis para cada experiência interagindo em várias e múltiplas realidades simultaneamente. Desta forma, poderemos ter um aprendizado ideal de cada experiência e partilhar as múltiplas realidades em que experienciamos com a Fonte.

Algumas realidades múltiplas ressoam com a mesma frequência de expressão e outras realidades ressoam em diferentes frequências de expressão. Realidades múltiplas que ressoam na faixa da terceira e quarta dimensão são conhecidas como frequência de realidades paralelas ou realidades alternativas estando a embater em um padrão semelhante de transmutação se encontrando na mesma faixa de frequência de expressão. Já as realidades que representam diferentes expressões da mesma experiência são conhecidas como realidades multidimensionais.

Cada ser é um agregado de “eus”. Somos compostos por vários corpos e conseqüentemente interagimos em diversas dimensões simultaneamente. Dentre esses corpos somos divididos em vários níveis conscienciais. Muitos desses níveis formam personalidades distintas somatizando inúmeras divisões que atuam simultaneamente em nossa consciência cósmica. Assim, o que pensamos ser nós, como personalidade única encarnada, é a soma do todo em nós interagindo. Isso quer dizer que estamos atuando simultaneamente em várias realidades paralelas ao mesmo tempo. Estamos coexistindo juntamente com essas realidades. O passado não existe, o futuro coexiste com o agora. Sendo assim, podemos interagir no que pensamos não ser possível, tendo em vista acreditarmos que estamos presos na matriz do tempo. E dentro desse universo de “eus”, somos co-responsáveis por todo o nosso agregado existencial. Consequentemente podemos interagir nessas realidades, podendo curar partes obscuras do nosso todo, contatar com realidades superiores, transmutar todo o nosso agregado. Isso ocorre em um primeiro momento com nossos quatro corpos inferiores, tendo em vista ainda não termos consciência da nossa existência multidimensional.

À medida que a nossa consciência primária expande para a quinta dimensão acima as realidades experienciadas em dimensões inferiores são acopladas no núcleo consciencial do ser fundindo-se no nosso eu multidimensional fazendo parte do conhecimento agregado.

Do ponto de vista da nossa mais alta expressão dimensional seremos capazes de ver as muitas manifestações de nós mesmo sem julgamento.

Por outro lado, dentro do nosso agregado individual, ainda coexistimos com outras realidades paralelas, que são as nossas almas gêmeas, partes da nossa mônada criacional. Juntamente com elas coexistimos simultaneamente. Elas representam a extensão da nossa essência criacional e juntas caminhamos em busca do nosso aperfeiçoamento espiritual rumo à consciência crística. O homem caminha para a elucidação do seu contexto como ser multidimensional que é. Ele começa a perceber que não coexiste sozinho. O ego da personalidade única já não alcança compreensão. Porque o momento é único na sua elucidação. A matriz do medo e da culpa já não faz o mesmo efeito inicial.

Caminhamos, enfim, de mãos dadas com tudo o que somos em busca da nossa união cósmica.

Maiana Lena, consciência unificada na missão de servir a luz!

http://www.maianalena.com.br

'Amorosa Mansidão'

A meditação da tradição do Theravada, foi extraída de 'Chop Wood, Carry Water', de Rick Fields:



"Se alguém me feriu ou me prejudicou consciente ou inconscientemente em pensamentos, palavras ou atos, eu o perdoo livremente".

E também peço perdão se feri ou prejudiquei alguém, consciente ou inconscientemente, em pensamentos palavras ou ações...

*

Que eu possa ser feliz

Que eu possa estar em paz

Que eu possa ser livre.

*

Que os meus amigos possam ser felizes

Que os meus amigos possam ficar em paz

Que os meus amigos possam ser livres.

*

Que os meus inimigos possam ser felizes

Que os meus inimigos possam ficar em paz

Que os meus inimigos possam ser livres.

*

"Que todos os seres possam ser felizes

Que todos os seres possam ficar em paz

Que todos os seres possam ser livres"...

*

(Tradição budista do Theravada).

[Fonte: 'Anjos: Mensageiros da Luz', p. 159. Terry Lynn Taylor. Pensamento. Título original: 'Messengers of Light'. 1990].

http://portaldeanjos.blogspot.pt/search?updated-max=2016-07-14T07:57:00-07:00&max-results=7

domingo, 5 de junho de 2016

Glândula Pineal – O Olho que Tudo Vê


Publicado por Fatima dos Anjos em 4 junho 2016 às 23:47 em GEOMETRIA SAGRADA- CORPO DE LUZ -MERKABA E ASCENSÃOBack to GEOMETRIA SAGRADA- CORPO DE LUZ -MERKABA E ASCENSÃO Discussions

No centro do nosso crânio, no local mais protegido do corpo humano, possuímos um órgão capaz de nos conectar com o mundo espiritual e com nossos mentores extrafísicos.

glandula pineal - To no Cosmos

Esse órgão era conhecido pelos sacerdotes das escolas de mistérios do antigo Egito e por esse motivo seu símbolo se tornou o símbolo maior da escola de ocultismo da antiguidade e um arquétipo que ultrapassou os tempos.

O Olho de Hórus simboliza o olho da consciência que está sempre desperto. O olho da consciência é o terceiro olho. O olho que tudo vê e tudo sabe. Um pequeno órgão do tamanho de uma semente de laranja, mais conhecido como Glândula Pineal — a porta capaz de nos levar ao além, ao mundo invisível de Amém, o mundo de Osíris Maior — Lord Melquesedeque.

Olho de Hórus - To no Cosmos
O Olho de Hórus.
A glândula pineal é o órgão que produz os sonhos, as visões, as clarividências, as clariaudiências, as psicografias e os fenômenos metafísicos. O mesmo olho que recebe as inspirações do mundo espiritual, as canalizações, as intuições e possibilita os músicos, artistas, cantores, cientistas, médicos e inventores a trazerem o que existe no mundo espiritual para ser manifestado no mundo físico.

O mesmo órgão que transforma pensamento em desejo, desejo em intenção e intenção em vibração, para que os sonhos verdadeiros sejam enviados para o mundo abstrato e facilitando assim, que a Lei Universal da Atração conecte as pessoas através das suas semelhanças latentes.

Portanto, a glândula pineal é o órgão sensorial mais importante e incompreendido pela ciência. Os sumos sacerdotes egípcios sabiam do seu potencial, pois a utilizavam em larga escala para promoverem curas e acessarem os mundos interdimensionais de Órion e Sirius — as moradas maiores de nossos espíritos.

pineal - To no Cosmos
Pequenos vestígios de cristais podem ser encontrados em nossa glândula pineal.
A pineal vibra através das verdadeiras intenções. E tudo se une através das vibrações semelhantes, ou seja, o que temos dentro do nosso crânio é um fantástico mecanismo de comunicação interdimensional e telepático pronto para ser usado, porém esse órgão de extrema importância infelizmente foi mutilado durante muitos séculos através das mais diversas formas de magias na antiguidade, principalmente durante a Idade Média e os processos de inquisições, onde o objetivo era manipular e condicionar o povo ao medo e a doutrina religiosa.

Os governantes e o clero da época sabiam que através desse órgão, com a abertura do terceiro olho, as pessoas acessariam outros mundos e descobririam a tão temida verdade velada. A verdade que revelaria aos povos que Deus não é aquele velho sentado sobre as nuvens, maldoso e pronto para castigar os homens e mulheres pecadores. Revelaria também outra informação de grande importância — que o diabo nunca existiu.

Mas a ânsia pelo poder e pela manipulação das massas fez com que essa extraordinária ferramenta extrassensorial fosse atrofiada através de diversos mecanismos e condicionamentos emocionais, psíquicos e mentais. Infelizmente, após séculos, eles conseguiram o que queriam e a partir daí, com a população condicionada e hipnotizada pelo medo do mundo espiritual, construíram um mundo complemente submisso e refém das condutas impositoras do pecado original.

Olho de Horus Pineal - To no Cosmos
Comparação da Glândula Pineal com o Olho de Hórus.
As pessoas se tornaram tementes a Deus e ao Diabo e acabaram se transformando em reféns do medo. Incrivelmente a humanidade não conseguiu reagir e vivemos até os dias atuais condicionados da mesma forma desde a Idade Média, acreditando que existe alguém lá em cima nos céus esperando um pecado de nossa parte para nos castigar duramente caso não sigamos as normas e doutrinas preestabelecidas pela sociedade.

Esse projeto de poder mental vem se arrastando até hoje depois de muitos séculos de guerras e mortes infundadas. Porém, agora é chegado o momento da libertação. A livre informação veio para trazer um alento aos seres humanos, pelo menos para aqueles que almejam descobrir a verdade que há tanto tempo está escondida e sendo manipulada por poucos. Essa verdade é a única verdade que poderá libertar você das garras da ignorância e da submissão.

Essa verdade é a sua verdade. Ela está trancada a sete chaves e somente uma pessoa pode acessar o que um dia foi trancafiado. A Era de Ouro está trazendo essa oportunidade de libertação. Não somente para alguns intelectuais elitizados ou escolhidos, mas sim para todos, para todos que não aceitam mais viver num mundo de mentiras e enganações e já decidiram que desejam viver num mundo de verdades e elevação.

Terceiro olho pineal - To no Cosmos

Se você está lendo essa matéria neste momento, significa que é uma dessas pessoas que sente que o velho mundo de mentiras está definhando e um novo mundo de elevação está se formando.

Mas você deve estar se perguntando: Por que eu tenho que me esforçar tanto para viver nesse novo mundo se as grandes mudanças talvez demorem décadas para acontecer?
Esse é o ponto principal. O verdadeiro iniciado ou iniciada, não teme o tempo, ele sabe que o investimento que se faz em si mesmo sempre será o melhor investimento.

Principalmente aquele investimento imaterial que se faz para a própria consciência, pois mesmo o ser humano não podendo vivenciar as transformações que tanto almeja, no fundo, ele sente e sabe que retornará em vidas futuras para usufruir, cooperar e auxiliar na implantação e na melhoria deste mundo.

O iniciado é um alquimista da alma e navega pelas rotas da eternidade. Todos navegam sem distinção, mas o que difere o iniciado do não-iniciado é a consciência, é estar consciente e lúcido sobre seus defeitos e virtudes e conhecer seus propósitos de vida e existência espiritual.

nas nuvens - To no Cosmos

Fonte: Texto integrante do livro A Era de Ouro da Humandidade do escritor e mensageiro Carlos Torres / O Segredo.

http://tonocosmos.com.br/glandula-pineal-o-olho-que-tudo-ve

Quem foi Akhenaton?


Publicado por Fatima dos Anjos em 4 junho 2016 às 21:43 em FRATERNIDADE DA LUZBack to FRATERNIDADE DA LUZ Discussions

Por que o nome Akhenaton?

Para que saibamos a razão pela qual foi adotado o nome do faraó Amenófis IV, temos que conhecer a sua história.



Descobrir Akhenaton é o mesmo que trazer à evidência um tipo de homem que busca ter uma visão do universo, colocando seus ideais acima das circunstâncias materiais e políticas. Sua vida apresenta aspectos de uma procura que podemos qualificar como iniciática. Ela abre nosso coração para uma luz maior e enriquece-nos com uma experiência de grande coragem de alguém que acreditou em seu sentir.

A formação do jovem Amenófis IV teve forte e positiva participação de seus pais, o faraó Amenófis III e a rainha Tii, um casal que a história registra como sendo de rara inteligência e com princípios morais elevados. Seu pai, homem de pulso forte, soube “se fazer” cercar de sábios que o assessoravam no governo do Egito e demonstrou grande capacidade de conquistar pacificamente o apoio dos países vizinhos. Demonstrou também coragem para romper com algumas tradições impostas ao faraó, dentre elas, a de se casar com uma mulher sem origem na realeza, mas sim de origem modesta. O faraó idealizava a formação de uma religião universalista, privilegiando em seu reinado o culto de Aton, apesar da forte influência de Tebas e seu deus Amon, o que certamente influenciou em muito a formação do pensamento de Akhenaton. Mais tarde, ainda vivo e durante o reinado de seu filho, Amenófis III apoiou as mudanças profundas promovidas por ele.

Sua mãe, a plebéia Tii, foi personalidade marcante da história do Egito, participando ativamente das grandes decisões políticas sendo que, em certos casos, chegou mesmo a desencadeá-las. Tii leva uma vida apaixonante e não descansa jamais, sendo vista constantemente nas manifestações públicas ao lado do rei, fato este que era inusitado na história do Egito. Segundo muitos historiadores, foi ela quem preparou todo o caminho para a chegada do filho ao poder. Além dos pais, dentre os sábios que conviviam com o faraó, houve um de especial importância para o jovem Amenófis. Trata-se de Amenhotep, considerado um dos maiores sábios do Egito e que foi o grande educador do futuro faraó. Amenhotep era um homem que defendia ser fundamental acionar as idéias e conhecimentos de cada um, sem o que de nada valia o conhecimento para o homem. Esta posição foi fundamental na formação de Akhenaton, que possuía, desde jovem, grande tendência mística, e que encontrou em seu preceptor Amenhotep o conhecimento necessário para buscar o equilíbrio de suas ações.

Início do Reinado Amenófis IV - que mais tarde ficou conhecido como Akhenaton - foi coroado faraó aos 15 anos de idade, assumindo o poder e co-regência com seu pai, numa época em que Egito vivia uma situação interna tranqüila e de grande prosperidade. Seu reinado durou 13 anos (1.370 a 1.357 a.C.).

Amenófis III morreu no 12o ano do reinado de Akhenaton. Durante os oito anos do período de co-regência, Amenófis III pode passar ao filho toda sua experiência e também servir de apoio para as grandes mudanças promovidas por ele. É o pai também quem controla a impetuosidade do filho, evitando um confronto com o clero de Tebas antes que tivessem sido lançadas as bases da "revolução amarniana". O jovem Amenófis IV acredita que um ideal justo sempre triunfa, mas aprende com o pai a ser paciente.

Sua mãe, que viveu durante os seis primeiros anos de seu reinado, foi responsável pela estruturação das tendências místicas de Amenófis IV, fazendo com que ele se aproximasse da parte do clero que estava ligada aos antigos cultos do Egito, onde Aton era o deus maior.

Assim, durante os quatro primeiros anos de seu reinado, Amenófis IV vai, lentamente, se afastando de Tebas e amadurecendo a ideia de um Deus universal. Ao final deste período, ele inicia a grande revolução. Proclama sua intenção de realizar a cerimônia religiosa de regeneração - denominada "festa-sed" na qual o faraó "se recarrega". Para este ritual mágico, manda construir um templo para Aton e adota o nome de Akhenaton, o filho do sol. O significado destes atos é profundo dentro da cultura egípcia. O faraó indicava claramente que Aton passava à condição de deus do Egito, rompendo com os sacerdotes de Tebas. No templo de Aton, pela primeira vez, o deus não tinha rosto, sendo representado pelo Disco Solar. Aton era o sol que iluminava a vida de todos. Imediatamente passa a ser conhecido como o faraó herético.



Não se pode entender a obra de Akhenaton sem se conhecer a figura de sua esposa, Nefertiti, a bela que chegou, bem como a figura de seus pais e Amenhotep.



Segundo os historiadores, era uma mulher de rara beleza. Nefertiti, egípcia, pertencia a uma grande família nobre. Não seria ela, no entanto, quem o futuro faraó deveria desposar; o que novamente indica a independência da família real em relação aos usos e costumes impostos à corte.

O casamento, porém, se deu quando Amenófis IV tinha, aproximadamente 12 anos, sendo que Nefertiti era ainda mais jovem que ele.

Akhenaton e Nefertiti acabaram por transformar seu casamento estatal em um casamento de amor. São muitas as cenas de arte que retratam o relacionamento carinhoso entre eles, o que, por si só, mostra a intensidade deste relacionamento, uma vez que não era comum na arte egípcia a expressão destes sentimentos.



Com efeito, Akhenaton e Nefertiti são, até hoje, citados como exemplo de um dos casais românticos mais famosos da história.



Do mesmo modo de Tii, Nefertiti era muito mais que uma esposa e mãe, embora preenchesse perfeitamente estas funções. Foi também uma das cabeças pensantes da civilização amarniana, como ficou conhecida a obra de Akhenaton. Sob sua doçura e fascínio, ocultava uma vontade de impiedoso rigor. Grã-sacerdotiza do culto de Aton, Nefertiti dirigia o clero feminino e nesta função conquistou o carinho e a admiração do povo. Soube canalizar este sentimento popular de modo a fortalecer o carisma de seu marido diante do Egito.



Viveu com o mesmo ardor de Akhenaton a nova espiritualidade.

O casal teve seis filhas e nenhum filho.

Quando do declínio da saúde de Akhenaton, foi Nefertiti quem preparou sua sucessão.



Segundo os historiadores, foi ela quem preparou o jovem Tut-ankh-Aton para ocupar o trono, que mais tarde reinou sob o nome de Tut-ankh-Amon. No espírito de Nefertiti, este era o único meio de preservar a continuidade monárquica e de garantir um necessário retorno à ordem.







Akhenaton - o Edificador

A idéia do deus único e universal foi se tornando cada vez mais consistente para Akhenaton. Com sabedoria e coragem, ele foi dando passos firmes para a construção de seu propósito. Era preciso materializar a ideia.

Durante o quarto ano de seu reinado, Akhenaton definiu o local onde seria erguida a nova cidade. Sua escolha não se deu ao acaso, mas dentro de todo um simbolismo coerente com a nova doutrina. A cidade se chamaria Tel El Amarna que significa O Horizonte de Aton, portanto, A Cidade do Sol. Estava localizada perto do Nilo, portanto, perto da linha da vida do Egito e a meio caminho entre Mênfis e Tebas, ou seja, simbolicamente seria o ponto de equilíbrio entre o mundo material e o mundo espiritual.

Ao todo foram quatro anos para a construção de Amarna com 8 km de comprimento e largura máxima de 1,5 km, com ruas grandes e largas, paralelas ao Nilo. Apenas no sexto ano é que ele anuncia oficialmente a fundação da cidade de Amarna.

A proclamação recebeu integral apoio do clero de Heliópolis. Amarna passava a ser a nova cidade teológica onde seria adorado um deus solar, único.

Com a construção de Amarna, num local em que o homem jamais havia trabalhado, Akhenaton prova que não é um místico sonhador, mas alguém compromissado em construir seus ideais, disposto a fazer uma nova era de consciência de Deus. Amarna não é uma cidade comum, mas o símbolo de uma nova forma de civilização, onde as relações humanas, desde a religião até a economia, achavam-se modificadas.

Foi uma maneira de dar uma forma inteligível de suas idéias para os homens. Foi o teatro de uma tentativa fantástica de implantação do monoteísmo. Ali havia gente de todas as nações que se transformaram de súditos em discípulos de Akhenaton.

Viver em Amarna era tentar desafiar o desconhecido e mergulhar na aventura do novo conhecimento, acreditando que o sol da justiça e do amor jamais se deitaria.

A Vida em Amarna Capital do Egito, cidade protegida, Amarna é antes de tudo uma cidade mística em virtude da própria personalidade do rei. Viver em Amarna era compartilhar da vida do casal real, suas alegrias e suas dores. Era descobrir, no rei, um mestre espiritual que ensinava as leis da evolução interior.

Akhenaton e Nefertiti constantemente passeavam pela cidade, a bordo da carruagem do sol, buscando um contato com seus súditos. Diariamente, cabia a Akhenaton comandar a cerimônia de homenagem ao nascer do sol e a Nefertiti, a cerimônia do pôr do sol. Para administrar a cidade, tendo como conselheiros políticos o pai, a mãe e um tio de nome Aí, Akhenaton herdou grande parte dos auxiliares de seu pai, que adotaram com entusiasmo a nova orientação religiosa do faraó. Akhenaton cuidou de ensinar a nova espiritualidade a todos seus auxiliares diretos.

Esta espiritualidade se baseia numa religião interior e na certeza de que existe um mesmo Deus para todos os homens.

Akhenaton favoreceu a ascensão social de numerosos estrangeiros abrindo ainda mais o Egito para a influência de culturas de outros povos. Assim, rapidamente o perfil social do Egito sofreu uma alteração de grande vulto.

É fácil imaginar que muitos foram aqueles que ficaram descontentes com a nova situação, mas a grandiosidade do faraó fazia com que se mantivesse um equilíbrio na sociedade, e de sua sabedoria emanava uma energia que influenciava positivamente todos os aspectos da vida no Egito.

A arte egípcia foi particularmente influenciada durante o reinado de Akhenaton, sendo historicamente classificada como a Arte Amarniana. De forma extremamente inovadora para a época, ela registra a visão que o faraó tinha do homem e do universo.

Pela primeira vez surgem obras mostrando a vida familiar, o que vem ao encontro da concepção de Akhenaton de que o fluxo divino passa obrigatoriamente pelo organismo familiar. Em algumas obras, aparecem também membros da família real nus, como indicação da necessidade da transparência interior. Este tema da transparência do ser está presente na mística universal.

Akhenaton permitiu que se registrasse em obras de arte, cenas da intimidade da vida da família real, o que jamais fora feito antes. Também são muito utilizados temas onde aparece a natureza, fauna e flora, consideradas a grande dádiva da vida vinda de Aton.

Outro aspecto relevante é a representação do faraó com aspectos nitidamente femininos, o que indicava ser ele, como filho do sol, origem da vida para o Egito, e, portanto, ao mesmo tempo pai e mãe de seus súditos.

A história classifica estas representações como as do Akhenaton teológico. Na poesia, a contribuição da civilização de Akhenaton é muito rica, especialmente nos escritos religiosos em homenagem ao deus Aton. É através dela que o faraó mostra a unicidade de Deus - o Princípio Solar - que criou o Universo, deu origem à vida em todas as suas manifestações.

O Princípio Solar rege a harmonia do mundo, tudo cria e permanece na unidade. Akhenaton e a Religião da Luz Devemos observar que mesmo durante o período em que Tebas exerce a maior influência na religião egípcia, Mênfis e Heliópolis continuavam a alimentar a espiritualidade do reino. . Os sacerdotes destas cidades, sem o poder material de Tebas, consagravam-se ao estudo das tradições sagradas que cada faraó devia conhecer.

Foi com estes sacerdotes que Akhenaton foi buscar as bases na nova ordem religiosa. Apesar dos séculos que nos separam da aventura espiritual de Akhenaton, podemos perceber seu ideal e sua razão de ser e nos aproximarmos, passo a passo, de Aton, cetro misterioso da fé do faraó. Para ele (Akhenaton), Aton é um princípio divino invisível, intangível e onipresente, porque nada pode existir sem ele.

Aton tem a possibilidade de revelar o que está oculto, sendo o núcleo da força criadora que se manifesta sob inúmeras formas, iluminando ao mesmo tempo o mundo dos vivos e dos mortos e, portanto, iluminando o espírito humano sendo, por isso, a sua representação o disco solar, sem rosto, mas que a todos ilumina.

Aton é também o faraó do amor, que faz com que os seres vivos coexistam sem se destruir e procurem viver em harmonia.

Para Akhenaton, é essencial preservar uma "circulação de energia" entre a alma e o mundo dos vivos. Na realidade, não existe nenhuma ruptura entre o aparente e o oculto.

Na religião do Egito não existe a morte, apenas uma série de transformações cujas leis são eternas. Em Amarna, os templos passam a ser visitados integralmente por todos, não mais existindo salas secretas em cujo interior somente os sacerdotes e o faraó podem entrar.

Para Akhenaton todos os homens são iguais diante de Aton. A experiência espiritual de Akhenaton e os textos da época amarniana deslumbraram mais de uma vez os sábios cristãos.

Numa certa medida, pode-se dizer que ele é uma prefiguração do cristianismo que viria, com uma visão profunda da unicidade divina, traduzida pelo monoteísmo. É espantosa a semelhança existente entre o Hino a Aton e os textos do Livro dos Salmos da Bíblia, em especial o Salmo 104. Por outro lado, é fácil encontrar semelhanças entre a vida de Akhenaton e a vida de Moisés. Se um destrói o bezerro de ouro, o outro luta contra a multiplicidade de deuses egípcios, ambos lutando pelo ideal do monoteísmo e se colocando como mestres dos ensinamentos divinos para todo um povo.

A religião de Amarna continha uma magia maravilhosa, uma magia que aproxima o homem de sua fonte divina.



O fim de Akhenaton

A implantação da nova ordem religiosa tornou-se quase que a única tarefa merecedora da atenção do faraó. Com isso não combateu os movimentos internos daqueles que se sentiram prejudicados pela nova ordem e também pelo crescimento bélico dos hititas. Por volta do 12o ano de seu reinado, com a morte de Amenófis III, estes movimentos internos tomavam vulto e as hostilidades externas se agravavam.

Akhenaton, porém, fiel a seus princípios religiosos, se recusava a tomar atitudes de guerra, acreditando poder conquistar seus inimigos com o poder do amor de Aton.

Nesta altura, a saúde de Akhenaton dá sinais de fraqueza, e ele resolve iniciar um novo faraó. Em Amarna, Nefertiti iniciara a preparação de Tut-ankh-Aton, segundo genro do faraó, para a linha de sucessão, uma vez que o casal não possuía filho homem.

Akhenaton, no entanto, escolhe Semenkhkare, iniciando com ele uma co-regência do trono.

Embora não existam registros claros sobre este período, tudo indica que durante a co-regência, que durou 5 ou 6 anos, morre Nefertiti, e sua perda é um golpe demasiado forte para Akhenaton, que vem a falecer pouco depois com aproximadamente 33 anos.

Seu reinado, no total, durou cerca de 19 anos. Semenkhkare também faleceu praticamente na mesma época, deixando vazio o trono do Egito e permitindo aos sacerdotes de Tebas a indicação de Tut-ankh-Aton, que imediatamente mudou seu nome para Tut-ankh-Amon, indicando que Amon voltava a ser o deus supremo do Egito.

Por ser muito jovem e não possuir a estrutura de seus antecessores, Tut-ankh-Amon permitiu a volta da influência de Tebas que, por sua vez, não mediu esforços para destruir todo o legado de Akhenaton, incluindo-se a cidade de Amarna.

Akhenaton - Um Marco na História da Humanidade

O fim dramático da aventura amarniana é devido a circunstâncias políticas e históricas que não diminuem em nada o valor do ensinamento de Akhenaton.

Se é inegável que o fundador da cidade do sol, a cidade da energia criadora, entrou em conflito com os homens que ele queria unir pelo amor de Deus, não é menos verdade que ele abriu uma nova concepção sobre esta luz que a cada instante se oferece aos homens de boa vontade.

Sua experiência foi uma tentativa sincera de perceber a Eterna Sabedoria e de torná-la perceptível a todos.

A coragem que demonstrou na luta constante por seus ideais, sem dúvida, fez dele um marco eterno na história da humanidade.

A história de Akhenaton mostra, mais uma vez, que um homem melhor faz um meio melhor, e que a força de sua convicção em seu objetivo altera a vida do meio, seja ele uma rua, um bairro, uma cidade, um país...

O Universo.

Fonte: misterios antigos Akhenaton, que foi um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI. Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência neste planeta. Todo aquele que conseguir despertar o seu “Sol Interior” terá o dever de mostrar aos seus irmãos de jornada o caminho para essa descoberta. E que os “Filhos do Sol” despertem e encontrem-se nesta vida!

A princípio, Akhenaton seria o mesmo ser que viveu como Ramatis e São Francisco de Assis.

fonte: O Sol de Sírius blogspot(Ricardo Almeida)