sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Quem sou?
QUEM SOU EU? A PERGUNTA ESSENCIAL QUE NOS IMPULSIONA...
Publicado por M. Manuela dos Santos Oliveira em 8 setembro 2013 às 12:52 em APRIMORAR A ALMABack to APRIMORAR A ALMA Discussions
QUEM SOU EU? A PERGUNTA ESSENCIAL QUE NOS IMPULSIONA...
É claro que você já se fez essa interrogação várias vezes, não é mesmo?
Na verdade essa questão nos acompanha pela vida, afinal é ela que nos move em direção ao entendimento de nós mesmos, é a chama divina aquecendo o nosso coração para que despertemos do sono da ilusão.
Normalmente a nossa busca pela resposta é cheia de conflitos, desvios e enganos, mas é preciso compreender que isso faz parte do processo evolutivo, na verdade é através da experiência, do sentir as emoções, o viver em profundidade as várias oportunidades que o Universo nos oferece, que acordarmos para a Luz. É através da vida que nos conscientizamos da nossa verdadeira identidade e da responsabilidade que temos como cocriadores, de como as nossas escolhas são decisivas sobre a nossa própria história e sobre tudo aquilo que nos cerca, de como é importante fazermos apenas escolhas livres e evolutivas para contribuirmos para o equilíbrio do Todo e também para não gerarmos mais karmas negativos.
Acontece que ao encarnarmos e mergulharmos no mundo das formas, cuja densidade é bastante magnética, nos esquecemos de quem somos, e até que nos lembremos disso nos envolvemos nas tramas da vida geradas não só pelos nossos karmas, mas por aprendizados evolutivos naturais que obedecem aos desígnios da Luz.
Durante a nossa experiência na vida, somos ludibriados por nossas projeções, desejos, conceitos, aversões e crenças, passando a acreditar que somos apenas a personalidade criada por nossa mente, pelo nosso falso eu - o ego, aquele aspecto de nós mesmos que pensa e age tendo como objetivo apenas o seu próprio benefício por não ter nenhuma consciência da Unidade. Isto acontece porque o ego acredita apenas naquilo que os sentidos físicos lhe transmitem, se deixando levar pelos prazeres ou dores gerados por eles. Como resultado disso, na maioria das vezes, a pessoa passa a viver apenas para satisfazer os seus apelos ao invés de vê-los como instrumentos para a compreensão de si mesma. Ela apenas segue o turbilhão das emoções, das solicitações externas e desta forma a sua ilusão de separatividade, a sua busca pelo prazer e a falta de compreensão da dor a afasta ainda mais do encontro com a verdade.
Mas, como a criação divina é perfeita e a sabedoria inata no Ser conhece a Verdade, chega um ponto deste afastamento que o seu verdadeiro EU sente a dor da distância, entra em crise e busca desesperadamente voltar ao seu estado primordial, ele não suporta mais os conflitos e enganos, e intimamente busca o entendimento, a libertação da ignorância de si, começando assim o ápice do processo de despertar. Bem, o recurso que temos para isso é silenciar a nossa mente, esvaziá-la de toda a ilusão para que ela se torne apenas receptiva e restabeleça a reconexão com o verdadeiro EU, com o Todo e nos ajude no processo de reconhecimento de nós mesmos.
Na verdade, a mente é um poderoso instrumento da Consciência que está conectada simultaneamente aos sentidos e ao espírito e deveria ser usada positivamente e criativamente como uma ponte entre esses dois planos, mas devido à nossa ingenuidade não sabemos ainda como fazer isso... Na verdade ficamos envolvidos pelo burburinho do meio ambiente, pelos dramas das circunstâncias que nos envolvem, sentimentos e emoções e deixamos que a mente crie um labirinto de pensamentos... mas, acredite não há nada de errado nisso, isso faz parte da jornada...a nossa mente precisa apenas ser dominada e educada para que possa exercer plenamente a sua função decodificadora e criadora.
Assim sendo, precisamos esvaziar a mente de toda a ilusão para que a resposta para a nossa pergunta “Quem sou Eu?” venha. Só assim a nossa visão etérea será purificada e poderemos nos lembrar de quem somos. Quando cessarem todos os pensamentos, julgamentos e expectativas; quando não houver mais nenhum questionamento; quando a entrega ao Absoluto for plena e real, a resposta virá.
Portanto, abandone-se, mergulhe no vazio... pare de lutar...pare de querer provar alguma coisa...relaxe...deixe ir todas as ideias que você tem sobre si, suas crenças, seus desejos e preconceitos, desapegue-se de todas as projeções criadas por si mesmo...Esqueça o sofrimento e o medo...o sofrimento vem do ego que não quer render-se...não tenha medo de não se realizar, pois no seu cerne você já é realizado, sempre foi e sempre será...Esteja apenas aí dentro de si mesmo...sem nenhuma expectativa, sem nenhum questionamento...sendo apenas um observador... vivenciando apenas Amor e Paz...
Este é o final da busca... e a revelação sobre quem você É pode então se manifestar...
A compreensão e a certeza de Ser Consciência Pura, imutável e eterna...
Plena de Compaixão, Serenidade, Sabedoria e Simplicidade...
Verdade e Amor...
Unidade enfim...
Márian
Fonte:http://meditandosoluz.blogspot.com.br/
http://aumagic.blogspot.pt/2013_09_01_archive.html
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
NÃO DURMA COM ALGUÉM QUE VOCÊ NÃO GOSTARIA DE SER
A energia sexual desempenha um papel importantíssimo no nosso bem-estar mental, emocional e físico. E para as pessoas empenhadas em seguir um caminho espiritual, a compreensão do que significa energia sexual e o ato de fazer amor é mais preciosa ainda, pois eles são recursos de que dispomos para elevar nossa consciência e avançar para níveis mais altos de energia.
Se estamos com alguém que amamos, o ato de fazer amor e o orgasmo provocam uma expansão de energia nos nossos campos energéticos e a energia sexual se funde com a energia mais profunda do amor. Essas duas energias se tornam então uma só energia, poderosa, criativa, transformadora, que pode operar a cura, a renovação e, se for conduzida até um nível suficientemente elevado, o que alguns chamam de “milagres”.
Mas o que acontece quando usamos a força vital e a energia sexual num relacionamento íntimo em que não existe amor?Simplesmente os nossos centros de energia ficam bloqueados e a energia “não flui”. Isso acontece porque a intimidade sexual, quando não existe amor, cria o que poderia ser descrito como “impressões negativas” nos nossos centros de energia,bloqueando o movimento e o fluxo energético.
Essas impressões negativas e os bloqueios podem ser sentidos energeticamente e alterar as nossas atitudes e os nossos comportamentos. Elas podem nos fazer sentir “travados” sexualmente causando em nós uma perda de vitalidade sexual ou então podem disparar um anseio compulsivo por sexo, num esforço inconsciente para desbloquear as energias sexuais.
Se as nossas energias sexuais não estão ligadas ao amor, elas podem, como células cancerígenas, adquirir “vida própria” e acabar nos afastando do amor. E em nossas tentativas de satisfazer nossos impulsos sexuais, acabamos ferindo a nós mesmos e a outras pessoas. Atos meramente sexuais nunca são inofensivos. As energias sexuais são forças poderosas!
Quando utilizadas com amor, elas promovem a nossa expansão como seres humanos. Quando usadas sem amor, elas causam o acúmulo de impressões e energias “escuras” e negativas na nossa aura, que nos mantêm em níveis baixos de percepção, ofuscam a nossa perspectiva mental e só criam obstáculos à nossa experiência da felicidade. Esse é um preço muito alto a pagar por um prazer momentâneo.
Outro efeito da troca de energias sexuais sem amor é o que poderia ser descrito como “buracos ou perfurações” no campo energético dos parceiros. Sem a energia vital do amor, a troca de energias cria lacunas que enfraquecem a aura. Quando, ao contrário, o amor está presente, a mistura ou fusão das energias fortalece o campo energético, porque, nesse caso, mais amor e mais energia são produzidos no ato de fazer amor.
Isso é igualmente verdadeiro para casais casados e não-casados. Não se trata aqui de uma questão moral. Pessoas casadas que não se amam e fazem sexo estão causando prejuízos uma a outra da mesma maneira que casais não casados, quando se entregam ao sexo sem amor.
Quando existe intimidade sexual entre duas pessoas, ocorrem as trocas de energia entre elas. Quando temos intimidade sexual, nós, por hábito, nos abrimos energeticamente de uma maneira muito profunda, que permite a cada parceiro carregar a energia do outro. Desse modo, quando somos sexualmente íntimos a alguém, carregamos a “vibração energética” do campo e dos centros de energia da outra pessoa.
Essa vibração inclui, num grau maior ou menor, os pensamentos e emoções do parceiro, que podem ser positivos ou negativos. Por exemplo, se estamos zangados ou tristes, a vibração de nossa raiva ou de nossa tristeza pode ser transferida para o nosso parceiro sexual juntamente com a troca de outras energias, e o parceiro receptor irá adquirir essa energia de raiva ou tristeza.
O grau em que somos afetados pela energia do parceiro depende da força de nosso próprio campo energético e da intensidade vibracional dos pensamentos e emoções do parceiro. Às vezes, depois de fazer amor com alguém que não amamos, sentimos como se estivéssemos carregando alguma coisa “suja” ou que na realidade não é nossa. Podemos até sentir a necessidade de tomar banho – uma experiência de purificação ritual – para nos livrar dessa sensação.
Por outro lado, quando a experiência é de amor, cada parceiro se sente banhado na energia do amor e no brilho remanescente do ato de fazer amor, e quer conservar esses sentimentos durante o máximo de tempo possível. Os parceiros geralmente carregam as energias um do outro por seis meses ou mais. Na verdade, eles podem carregar essas energias indefinidamente, a menos que se limpem e se libertem delas.
Visualizações, orações, rituais podem ser utilizados, isolada ou conjuntamente, para este propósito. Pessoas sexualmente ativas, portanto, transferem suas próprias energias e a de todos parceiros anteriores e atuais a qualquer novo parceiro.Essa é uma das razões porque elas perdem o senso de identidade.
Quanto mais carregamos as energias de outras pessoas, menos sentimos as energias que são especificamente nossas. Nós também extraímos e carregamos aspectos da personalidade do parceiro, pois as energias que são trocadas carregam a vibração das emoções, dos pensamentos e das experiências das pessoas.
Em outras palavras, nós começamos a sentir a vibração da energia das pessoas como nossa própria energia. Quando isso acontece, também ficamos mais suscetíveis à força e personalidade dessa pessoa, particularmente se ela tiver um campo de energia mais forte do que o nosso. Portanto, cada vez que temos relações sexuais com alguém, estamos criando conseqüências duradoras que nós nunca tínhamos imaginado para nós mesmos e para as outras pessoas.
As pessoas nunca aprenderam, com os pais, na escola ou quem quer que seja, que a energia sexual é uma força poderosa que deveríamos usar apenas para manifestar mais plenamente a vida em nós e expandir os nossos campos de energia. Portanto, “como” e “com quem” nós usamos essas energias estão entre as decisões mais importantes que podemos tomar na vida.
Trecho do Livro: @Sexo: Verdadeiro ou Falso?
De Michelle Rios Rice Hennely e R. Keven Hennelly
blog Mente Aberta
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
TRANSFORMANDO O MEDO EM PODER
Publicado por Fatima dos Anjos em 28 janeiro 2018 às 23:08 em MENSAGENS DOS MESTRESBack to MENSAGENS DOS MESTRES Discussions
TRANSFORMANDO O MEDO EM PODER
Mensagem de Kara Schallock
27 de Janeiro de 2018
Uma das coisas mais importantes que você pode fazer é liberar todo o medo. Ter medo, não importa com o que esteja relacionado, impede-o de ser um criador poderoso. Criar a sua vida é o seu trabalho no Novo. Ninguém mais pode fazer isso por você. Não há bloqueio; só há o medo do seu Poder. Aceitar plenamente o seu Poder para criar e manifestar é o que está esperando por você. Nada acontece automaticamente; você (como o ser soberano que você é) deve dar um primeiro passo para o que deseja manifestar ... depois de reivindicar o seu Poder. Na verdade, muitas vezes, dar um primeiro passo também ativa o seu poder para criar. Muito está relacionado ao medo: todas as emoções menos elevadas, como a preocupação, a dúvida, a vergonha, a raiva, o controle e todos os outros. Libere o medo e entre no poder para criar e se manifestar.
Você não está sozinho ao transformar algo; na verdade, há um poderoso redemoinho de energia disponível para você em qualquer Oportunidade que você optar por manifestar. Embora isso o ajude a evoluir, isto também o ajuda a liberar o velho que você ainda possa carregar. Esse redemoinho pode parecer como estar desorientado, não ancorado, desconectado, com insônia, depressão, dores de cabeça e outros fenômenos emocionais e físicos. Isso é verdadeiro se você está liberando ou integrando. Para acessar esta Luz, simplesmente pretenda receber. Se você ainda está carregando suas feridas antigas, esta Luz pode ajudá-lo a liberá-las e transformá-las. As suas feridas antigas envenenam o espírito, afetando todos os aspectos da sua vida, se elas não forem liberadas. Essas feridas podem ser o resultado e a percepção de que os pais, amantes passados, filhos, amigos ou qualquer coisa em que você assumiu a percepção da ferida, fizeram algo a você. Depois de liberar a ferida, interiorize-se e encontre onde você carrega a energia de vítima. Esta é a crença de que as coisas acontecem com você e não para você.
O Novo Mundo
Você acha que uma nova Terra irá aparecer? Não. A Terra continua a ser a mesma, como você ... apenas diferente. É a sua consciência que muda. A Nova Terra está aqui agora. Ser novo significa que você vê e experiencia através dos olhos do Amor; não na maneira antiga de ver as coisas na dualidade (bom / ruim, lindo / feio, certo / errado, etc.). Quando você libera o velho, você vê as coisas através da sua Alma; de seu eu perfeito; do Amor. Quando você flui com a consciência, sua consciência se eleva. Não há julgamento ou raiva; existe apenas a Ordem Divina. Não há resistência aos desafios percebidos. Você passa por eles com Graça. O sofrimento ocorre quando você se liga a algo; quando você julga algo e quando você resiste a alguma coisa. Quando você aceita o que é como ordem divina, você flui. Se não se sentir bem, entre nisto com consciência e compreenda o que você deve aprender ou mudar.
Quando sua consciência se expande, você experiencia o Êxtase. Não importa o que esteja acontecendo em sua vida, você sente a felicidade em seu interior. Sua freqüência permanece elevada e muda continuamente à medida que você incorpora a sua Verdade; a da Alma; a do seu eu mais perfeito. Quando você aceita a sua verdade,que você é Amor, você ancora essa Verdade em todos os aspectos da vida. Pode ainda não parecer confortável, pois é tão novo e muda continuamente. À medida que ela se move através de você (através de todos os seus corpos, células, DNA, sistema elétrico, etc.), eventualmente você fica confortável com todas as mudanças, mas você não criará outra matriz de zona de conforto, na qual deixe de se expandir. O Novo está sempre mudando e se expandindo, então o único lugar para estar é no momento presente para que você possa observar tudo a partir de um espaço imparcial.
Quando você é imparcial, você flui. No velho, estar desapegado significa que você não se importa. No Novo, o Desapego é diferente em que você é realmente mais amoroso; você apenas não fica preso no drama ou no julgamento. A energia das pessoas não adere em você. Você mantém todos no Amor, sem o velho desejo de corrigir ou de salvar. Você permite aos outros o espaço para criar as suas próprias vidas, sem a necessidade de lhes dizer o que fazer, ou quem ser. Você não se compara aos outros, sabendo e confiando que cada ser é um criador poderoso, como você. Se você se perceber querendo corrigir, salvar ou se comparar aos outros, entre nesta energia e descubra onde você ainda mantém o medo, e, então, aceite-o e o libere. Saiba também que a ancoragem neste Novo dentro de você parece diferente do que a ancoragem no velho. No velho, a ancoragem o solidificou a tudo o que você pensou que era. No Novo, a Ancoragem ajuda o Novo Você a estar mais ancorado como você.
Você pode se perguntar como se encaixa com aqueles em sua família (especialmente), amigos, ou grupos, quando parece que você é o único que está evoluindo. Fique fiel a você e lembre-se de que diminuir a sua luz para se adequar aos outros não o ajuda ou a eles. Mantém todos no status quo. Você pode estar com os outros e ainda ser quem você é. Quanto mais você for o seu Eu Autêntico, mais a sua Luz brilha e mais a sua consciência se expande. Você perceberá que os seus dons aumentam, assim como as oportunidades e você não terá uma tendência para mergulhar na 3D por mais tempo. Quanto mais você se elevar, menos a dualidade será uma parte de você. Assim, a única coisa a fazer é ser você mesmo e fazer tudo o que o ajude a manter a sua Luz brilhante e a sua vibração elevada. Não espere que os outros, que possam não querer se elevar, sejam atraídos para você. Alguns o rejeitarão. Aqueles que estiverem preparados para mudar serão atraídos para você. Tudo está em Ordem Divina.
Você pode perceber que o seu corpo físico está mudando, bem como os seus corpos mental e emocional. O que você gostava de fazer, comer, ou beber, com quem você gostava de estar e muitas outras coisas, podem não mais atraí-lo. Seus padrões diários estão mudando. Você não pode esperar que o seu corpo físico aja da maneira com que estava acostumado. Em vez de combater ou resistir a isto, aceite-o, flua com as mudanças. Siga o ritmo do seu corpo, entrando em sintonia com ele e lhe perguntando o que ele quer. Quando se sentir desorientado ou inseguro, flua com o que está sendo apresentado; você está apenas se expandindo para ser Novo. Permaneça no Momento e suavemente libere a maneira com que costumava se sentir fisicamente. Isto o ajuda a fluir com as mudanças.
Você não está sozinho nisto. Embora os amigos e a família possam se afastar, você está cercado e é animado por muitos no físico e além, que estão escolhendo uma nova maneira de ser, também. Gaia está fazendo isto, também. Você pode ter notado. Ela está descartando as energias menos elevadas. Tudo está em um estado de Transformação… morrendo para nascer de novo.Há aqueles que culpam as entidades de energias de energias menos elevadas, pela negatividade que parece prevalecer agora. Não entre nisto. Isto é a energia de vítima. Apenas você está no comando. Você pode escolher viver nas energias inferiores ou mais elevadas: a escolha é sua. Se você se perceber entrando na negatividade, você pode liberá-la permanecendo positivo, meditando, queimando sálvia, usando Rosas ou Água de Rosas, ou entoando mantras positivos… ou seja o que for ao que for guiado a fazer para transformar a energia. Você é Amor, Luz… você não é uma vítima. Se você trabalha com guias, que não seja a sua própria Alma, não se conecte com qualquer ser que se apresente. Eles poderiam lhe dizer que eles são assim e assim e eles podem não ser quem eles dizem que são. Em vez disto, diga isto: “Somente aqueles da Luz Divina, do Amor e Plano Divino se apresentem agora.” Aqueles de uma vibração menos elevada devem deixar o seu espaço. Quando a sua energia for apenas Amor, você não será atraído para a negatividade, e nem ela será atraída para você.
Quando você muda para mais positividade, isto é, consciência, você atrai oportunidades maravilhosas para ser mais. Você não tem que controlar isto ou fazer algo para que isto aconteça, pois tudo ocorre em alinhamento com quem você é, interiormente. Este é o propósito de se purificar e se reivindicar como Amor. Quando você está seguro, você é apenas Amor e tudo o que você atrai é desta vibração. Não pode ser de outra forma.
Kara Schallock
Site original: http://www.soulsticerising.com
Tradução de:
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
domingo, 28 de janeiro de 2018
AS ENERGIAS DA ASCENSÃO PARA FEVEREIRO DE 2018 OLHANDO PARA TRÁS
Publicado por Fatima dos Anjos em 28 janeiro 2018 às 0:34 em MENSAGENS DOS MESTRESBack to MENSAGENS DOS MESTRES Discussions
AS ENERGIAS DA ASCENSÃO PARA FEVEREIRO DE 2018
OLHANDO PARA TRÁS
Mensagem de Jamye Price
26 de Janeiro de 2018
REVISÃO DE JANEIRO
O ano da Amplificação (de acordo com Areon, do Conselho Lyriano do Tempo) está fluindo. Este Eclipse Lunar em 31 de Janeiro é uma fonte de influência. Parece que as energias do Eclipse estiveram nos afetando cedo! Eu senti a intensidade dele desde meados de Janeiro.
A energia de Janeiro da Amplificação do Coração provocou muita cura. 2017 teve o efeito de muito movimento coletivo, o que teve o efeito de mudança pessoal. Os dois estão sempre inter-relacionados. 2018 irá chamá-lo mais ao seu reino interior para usar o seu poder mais diretamente em sua vida.
SIGA O SEU CORAÇÃO
Limites, vontade pessoal e foco criativo, relaxar e se nutrir de maneiras saudáveis - estes temas podem surgir repetidamente em 2018, dependendo do que se aplica a você.
É um ano onde há menos foco coletivo, mais foco pessoal. Isto é, de fato, o que cria a experiência coletiva.
Em essência, é um ano onde você decreta os novos desejos e se concentra no movimento coletivo de 2017 agitado em você.
Janeiro lhe perguntou: O que o seu coração quer? 2018 lhe pede para vivê-lo.
O Universo - nosso universo vivo e responsivo - está moldando-o e você o está moldando. A intensidade de Janeiro, se ele foi maravilhoso ou desafiador para você, é um lembrete para se concentrar em seu coração. Vale a pena o esforço de cura, você merece a alegria de sonhar com um novo você. Com uma nova Terra. Isto nos leva às energias de Fevereiro.
AS ENERGIAS DE FEVEREIRO - OLHANDO PARA TRÁS
Este foi um tema curioso para as Energias Mensais. Afundar-se no passado não parece útil. E quanto ao poder do momento presente? Estar no Agora? Concentrar-se no positivo? Areon é consistente - ainda se trata de nosso empoderamento!
CURE O PASSADO
As atuais energias apoiam fortemente a liberação dos desafios do passado e o aprimoramento dos aspectos positivos do passado. Os dois são sempre energias reflexivas. Se você libera um desafio, você ativa o seu oposto. Se você melhora um aspecto positivo, você libera qualquer informação vibratória discordante.
A dualidade não é apenas uma limitação para se mover além; é um mecanismo da continuidade da vida. Neste caminho da Ascensão, estamos aprendendo a usá-la de forma poderosa e útil, ao integrá-la na conexão, expandindo assim o nosso potencial. A evolução é acelerada.
Fevereiro é, muitas vezes, um mês de muito movimento. Este mês tem um Eclipse solar parcial e o Dia dos Namorados (um eclipse total do coração?), assim, há muito movimento para agitar os seus pensamentos e emoções.
MELHORE O PRESENTE
Quando você usa estas energias para observar com compaixão imparcial, você realmente entra em um hábito saudável de “expressar-se no momento”.
Olhar para trás é uma utilização maravilhosa do belo fluxo de sua mente. A linearidade da mente usa informações conhecidas para categorizar, analisar e avaliar (entre outras coisas), de modo que você esteja seguro no momento.
A mente se baseia na sobrevivência quando ela funciona sozinha. Baseia-se em prosperar quando ela segue os impulsos do coração, sua conexão e compaixão.
Em Fevereiro, você é apoiado a usar a sua bela mente para empoderar o seu coração compassivo.
Isto é natural para você, pois o Amor é a sua essência Há uma diferença entre afundar-se no passado e observá-lo para empoderar o seu presente - assim como há aqueles que só querem se queixar, em vez de liberar e redefinir.
Você está aprendendo a liberar as ligações do passado que o mantém interagindo inconscientemente com a dor, o medo, o trauma ou os mal-entendidos. Você está usando a natureza sutil do Tempo para mudar o seu momento presente. Isto também fortalece a sua compreensão empírica da natureza sutil do Tempo, uma expressão da quarta dimensão
FORME O FUTURO
Seu passado influencia o momento físico, presente. Quando você utiliza a sua ponte sutil (seus pensamentos e emoções) para redefinir o seu passado, você está ajustando o seu momento físico presente, mesmo que leve Tempo para se manifestar. O futuro é formado.
Neste ano de Amplificação, sua clareza no momento presente, seu empoderamento interior, e seu otimismo com o futuro são catalisadores poderosos para transformar a sua vida. E, basicamente, a sua experiência humana. Esta é a natureza quântica de nosso universo fractal em ação. Dentro de você, é claro.
Feliz Fevereiro!
Jamye Price
www.jamyeprice.com
Tradução: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Pais que terceirizam os filhos
Trabalho demais, o trânsito caótico e até mesmo desinteresse têm roubado momentos preciosos de convivência entre pais e filhos. Pais e mães têm se afastado do cuidado, deixando que todo trabalho seja feito por terceiros. É cada vez mais comum buscar escolas de período integral, babás assumindo praticamente todas as responsabilidades pelos cuidados com um filho que não é delas, desde a saída da maternidade. Há pesquisas inglesas em que os cientistas acompanham as crianças durante 20, 30 anos. Esses estudos mostram que a ausência de afeto nos primeiros anos de vida se traduz em dificuldades de relacionamento social, problemas de aprendizado, hiperatividade e agressividade.
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Os pais devem delegar a babás funções mais operacionais e reservar mais tempo de convívio com a criança
Durante quatro anos e meio, a babá Luiza*, 30 anos, trabalhou na casa de um empresário paulista. Tinha sob sua responsabilidade um bebê de um ano e seis meses e outro de apenas seis meses. Dormia no emprego e, no começo, tirava folga a cada 15 dias. Até que percebeu que suas ausências não faziam bem às crianças.
“Elas eram muito apegadas a mim. Quando eu saía, não tomavam nem banho. O pai era atencioso, mas não tinha tempo de ficar com elas. Já a mãe não tinha mesmo vontade de ficar com os filhos. Uma vez, ela estava lendo uma revista e não viu quando o mais novo comeu uma lâmpada de pisca-pisca da árvore de Natal. Outra vez, deixou os dois sozinhos na sala e, quando se deu conta, o mais velho estava pendurado na sacada”, diz. Desde esse dia, a babá optou por diminuir suas folgas.
A situação vivida por Luiza é frequente no cotidiano das profissionais que tomam conta de crianças. É cada vez mais comum encontrar babás –algumas altamente qualificadas, com domínio do inglês e salários entre R$ 2.000 e R$ 8.000– assumindo praticamente todas as responsabilidades pelos cuidados com um filho que não é delas, desde a saída da maternidade.
O pediatra José Martins Filho, professor convidado do programa de pós-graduação em saúde da criança e do adolescente da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), chama o fenômeno de “terceirização das crianças”, tema de um de seus livros, lançado pela Editora Papirus.
Martins Filho destaca que o fenômeno não se restringe às classes mais altas. Trabalho demais e o trânsito caótico têm roubado momentos preciosos de convivência entre pais e filhos, em todos os setores da sociedade.
O pediatra é contundente. Para ele, parte da violência sofrida pela sociedade atual é devida à falta de construção de vínculos afetivos entre os familiares próximos.
“Há pesquisas inglesas em que os cientistas acompanham as crianças durante 20, 30 anos. Esses estudos mostram que a ausência de afeto nos primeiros anos de vida se traduz em dificuldades de relacionamento social, problemas de aprendizado, hiperatividade e agressividade. Por isso é que, em alguns países, a licença-maternidade é de dois anos e não apenas de quatro meses”, afirma.
Para a psicóloga Maria Tereza Maldonado, especialista pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro e membro da Associação Brasileira de Terapia Familiar, é no cuidado diário –trocar fralda, amamentar, acalentar, brincar etc.– que se constroem os vínculos de afeto.
“Pais e mães têm se afastado do cuidado, deixando que todo trabalho seja feito por terceiros. Mas essas tarefas significam construção de vínculo. Quando elas são delegadas a outra pessoa, esvazia-se essa construção.”
A psicóloga Ceres Alves de Araújo, professora da PUC de São Paulo, tem a mesma opinião. “Já conheci famílias que tinham babás em três turnos, de forma que a criança nunca ficava sozinha com os pais”, diz. Ela observa que muitos adultos, simplesmente, não têm paciência para cuidar de suas crianças, mesmo quando estão em casa.
“Sobretudo entre dois e cinco anos, os filhos exigem muito dos pais. Nessa fase, são muito comuns as birras, e os pais precisam impor limites até para proteger a criança de situações perigosas. Só que impor limites não é uma tarefa das mais fáceis ou prazerosas”, afirma.
Márcia*, 19, trabalhou apenas nove meses como babá de uma criança de três anos. Ela desistiu porque grande parte da responsabilidade pelos cuidados e até pela educação da criança foram delegados a ela.
“Eu praticamente era a mãe da criança. E os dois salários mínimos que recebia eram uma remuneração baixa demais para o tamanho da responsabilidade que tinha e para a carga de trabalho enorme, que incluía até viagens com a família. Quase não tinha folgas”, diz.
Rose*, 25, babá de uma menina de seis anos, conta que, da mesma forma que a colega, assume papéis que ela considera serem dos pais.
“Passo mais tempo com a menina do que a própria família dela. Chego às 9h e dou o café. Depois, levo para as aulas de esportes, dou almoço e, do clube mesmo, vamos direto para a escola. Ela só volta da escola às 18h, sou eu quem busca. Dou banho, jantar e depois brinco um pouco com ela. Também sou eu que a ajudo a fazer lição, que levo para as festinhas de aniversário e para brincar com as amiguinhas”, diz Rose. Apesar da atenção constante, ela nota que, às vezes, a garotinha fica carente. “A mãe viaja bastante a trabalho”, explica a babá.
Sinais de alerta
Manhas, birras, irritabilidade. Para a psicóloga Maria Tereza Maldonado, é fácil identificar uma criança que está pedindo mais tempo de convívio com os pais. “Ela gruda neles assim que chegam em casa. Ou, então, exige um monte de coisas e não se satisfaz com nada. Acorda seguidamente à noite, que é quando ela sabe que os pais estão em casa.” Há também crianças que apresentam franca rejeição aos pais ou ainda um forte apego à babá.
A profissional Meire*, 20, viveu a experiência de tomar conta de uma criança que se tornou, de certa forma, dependente dela, tamanho o apego. Meire cuidou de um menino de seis anos, que classifica como dono de um temperamento difícil.
Diagnosticado com depressão, o garoto recebia atendimento psicológico e tomava remédios controlados, que a babá administrava regularmente. Durante um ano, Meire passou todos os dias e as noites com o garoto, inclusive nos finais de semana. Depois desse período, quando decidiu tirar férias, o menino, mesmo sob tratamento, teve rompantes de agressividade.
“Ele não conseguia entender por que uma babá precisava de férias. Estava muito ligado a mim”, conta Meire.
Porém, segundo os especialistas, o envolvimento afetivo das crianças com suas cuidadoras não é necessariamente um problema. Afinal, é importante que, na primeira infância, as crianças tenham a oportunidade de desenvolver vínculos afetivos sólidos com um adulto, seja ele parente ou não.
A psicóloga Ceres Araújo lembra que as famílias sempre contaram com ajuda no cuidado com os filhos. “Avós e tias cuidavam das crianças quando as mães precisavam trabalhar. A novidade dos tempos atuais é ter pessoas estranhas à família exercendo esse papel”, afirma.
Parceria que funciona
Quando há um diálogo franco entre os pais e a babá, o ambiente se torna muito mais saudável para a criança. “Uma questão crucial, a meu ver, é que os pais consigam estabelecer uma relação de confiança com a babá. Se isso ocorre, todo mundo sai ganhando”, diz a psicóloga Sheila Skitnevsky Finger, doutora pela Escola Superior de Psicologia Profissional de Massachusetts, em Boston, nos Estados Unidos, e fundadora do Instituto Mãe Pessoa, especializado na capacitação de educadores e orientação de famílias.
A psicóloga não gosta de usar o termo “terceirização”. Ela diz que a palavra traz, em si, uma carga pejorativa, um julgamento aos pais que precisam contar com a ajuda de outras pessoas para tomarem conta de seus filhos. Para Sheila, é muito saudável que pais e mães tenham trabalho ou outros projetos para desenvolverem além do âmbito doméstico. “O modelo de mãe todo dia em casa não funciona mais em nossos tempos”, afirma.
Um caminho é estabelecer com a babá uma parceria que garanta momentos de privacidade só entre a criança e seus pais. Sempre que possível, aconselha Maria Tereza, os pais devem destinar à empregada o maior número possível de funções operacionais, ou seja, que tenham relação com a criança, mas não necessariamente impliquem contato direto com ela.
E para os pais que chegarem à conclusão de que talvez tenham delegado funções demais a uma terceira pessoa, a orientação é tentar estabelecer mudanças na dinâmica de cuidado, mas nunca de forma abrupta e sempre observando as reações da criança.
“Retomar o vínculo é sempre possível, mas é preciso querer e, acima de tudo, respeitar o tempo da criança”, afirma Sheila. Flexibilizar horários de trabalho nem sempre é uma solução possível, embora desejável.
Mas o importante mesmo é valorizar o tempo livre com a criança. “Quando chegar em casa, desligue TV, celular e Facebook e crie um tempo de convívio com o seu filho, reserve algumas horas na sua agenda só para ele”, diz Maria Tereza.
* Os nomes foram trocados para preservar a privacidade das entrevistadas.
Suzel Tunes e Thaís Macena
Fonte: www.mulher.uol.com.br
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