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A pessoa frustrada em seus desejos, muitas vezes ocultos, ou
em certas necessidades e, principalmente, em suas crenças, transforma a frustração em arma psicológica e
até agressão física contra tudo e todos que simbolizem ou remetam àquele
aspecto mal resolvido.
Este é o preconceito que poderá se revelar nas esferas
social, sexual, racial, religiosa e comportamental, entre outras. Caso reconheçamos
que tal atitude muito comum de encontrar nos dias atuais, seja algo que merece ser
enfrentado de forma determinante, temos de convir que educar é a ferramenta mais
apropriada para lidar com os desafios ou as doenças da alma humana.
Para aquele que se diz cristão , para nós que procuramos
representar as idéias de Cristo no
mundo, independentemente da interpretação religiosa à qual nos afeiçoamos, não
deveria haver lugar na mente e no coração para atitudes tão contrárias ao
pensamento que permeia o Evangelho e os ensinamentos de Nosso Senhor.
Foi o preconceito e a intransigência dele decorrente que
geraram as perseguições religiosas de
todas as épocas. A intolerância, que anda par a par com o preconceito, é que
instiga e sustenta atitudes anticrísticas, antiéticas e opostas ao sentido do
progresso geral. Foram atitudes geradas em meio ao preconceito que fomentaram
as grandes guerras que avassalaram a humanidade. ......
Trecho de “Pelas Ruas de Calcutá”, ditado por Teresa de
Calcutá e escrito por Robson Pinheiro.
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