terça-feira, 20 de agosto de 2013

O preconceito, por Teresa de Calcutá


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A pessoa frustrada em seus desejos, muitas vezes ocultos, ou em certas necessidades e, principalmente, em suas crenças,  transforma a frustração em arma psicológica e até agressão física contra tudo e todos que simbolizem ou remetam àquele aspecto mal resolvido.
Este é o preconceito que poderá se revelar nas esferas social, sexual, racial, religiosa e comportamental, entre outras. Caso reconheçamos que tal atitude muito comum de  encontrar  nos dias atuais, seja algo que merece ser enfrentado de forma determinante, temos de convir que educar é a ferramenta mais apropriada para lidar com os desafios ou as doenças da alma humana.
Para aquele que se diz cristão , para nós que procuramos representar as idéias  de Cristo no mundo, independentemente da interpretação religiosa à qual nos afeiçoamos, não deveria haver lugar na mente e no coração para atitudes tão contrárias ao pensamento que permeia o Evangelho e os ensinamentos de Nosso Senhor.
Foi o preconceito e a intransigência dele decorrente que geraram as perseguições religiosas  de todas as épocas. A intolerância, que anda par a par com o preconceito, é que instiga e sustenta atitudes anticrísticas, antiéticas e opostas ao sentido do progresso geral. Foram atitudes geradas em meio ao preconceito que fomentaram as grandes guerras que avassalaram a humanidade.                                      ......


Trecho de “Pelas Ruas de Calcutá”, ditado por Teresa de Calcutá e  escrito por  Robson Pinheiro.

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