segunda-feira, 6 de março de 2017

A Energia de março de 2017

Publicado por Fatima dos Anjos

PREVISÃO DA ENERGIA PARA MARÇO DE 2017
Mensagem de Emmanuel Dagher - 3 de Março de 2017



Há muita energia do fogo agora no mundo, que é outra maneira de dizer que há grandes mudanças e movimentos acontecendo.

Isto também significa que Agora é a hora de agir!

Se experimentamos a estagnação, ou parece que estivemos hibernando um pouco, as energias acessíveis do fogo para nós neste momento, ajudarão a mover as coisas novamente.

Para aqueles que se identificam como um empata, que são muito sensíveis e conscientes das energias dos outros, a energia do fogo pode parecer opressiva, às vezes.

Passar um tempo na Natureza, certificarmo-nos de que estamos bem hidratados e ter uma prática espiritual diária, o que nos ajudam a ancorar, ajudará a pacificar qualquer sensação de opressão.

Aqui estão algumas maneiras pelas quais a energia do fogo pode surgir em nossas vidas:

Paixão

Motivação

Vitalidade

Raiva

Excitação

Alegria

Aumento do desejo sexual

Mau humor

Inspiração

Criatividade

Se você tem notado estas energias mais do que o habitual, agora você sabe por quê!

As energias listadas acima são indicadoras de que as coisas estão se movendo dentro de nós e ao nosso redor.

Quando temos uma atitude saudável, elas servem como um veículo que nos transporta para o tipo de realidade que realmente desejamos.

Estas energias do fogo nos apoiam a ancorar a energia da ação externa. Elas também podem nos ajudar a nos sentirmos mais vivos.

Agora é o momento perfeito para começar novos projetos, tomar grandes decisões, viajar, mudar, começar um novo relacionamento, investir, encontrar um novo hobby, ou fazer um curso para aprender algo novo.


O AMOR COMO UM CAMINHO DIÁRIO

À medida que estas energias do fogo se aquecem, elas nos apoiarão poderosamente na escolha do amor.

O amor nos permite ver a perfeição em tudo. Ele nos permite ver além das ilusões da separação.

Escolher o amor como o nosso caminho diário é uma prática poderosa. Alguns dias podem ser difíceis de escolher o amor, então, lembremo-nos de sermos gentis com nós mesmos ao longo do caminho.

Fomos criados em um mundo dominado pelo pensamento do lado esquerdo do cérebro, que tende a desprezar as habilidades do coração. No entanto, podemos experienciar mais amor ao escolhermos pensar menos e sentir mais.

É importante compreender que as emoções não são iguais aos sentimentos intuitivos. Emoções são reações mentais que julgam algo como sendo ou bom ou ruim.

Os Sentimentos intuitivos não se tratam de julgamento. Eles se referem ao seu coração ressoar com algo como sendo verdadeiro para você, ou não. Em outras palavras, o seu coração responde, ou contraindo ou se expandindo.

Aprendemos também que a ação é preferível ao sentimento e à intuição. E ainda, que o amor se trata menos de fazer, e mais de Ser.

À medida que entramos neste estado de Ser que é o amor – vivendo a partir do coração, e suspendendo todo o julgamento – o Universo está sempre aí para nós, apoiando-nos ao longo do caminho.

Porque quando escolhemos viver no amor, o Universo arranja tudo em nosso mundo exterior para que possamos experienciar ainda mais amor.

Quanto mais nos conscientizamos destas oportunidades e nos dirigimos para elas, mas fácil se torna ancorar o amor em nossa realidade como um modo de vida.

É importante perceber que embora nos fosse ensinado de outra forma, o verdadeiro amor não tem quaisquer condições colocadas em torno dele. Ele também não indica fraqueza.

É hora de se tomar consciência dos sistemas de crenças que são simplesmente estruturas baseadas na mente, que nos distraem. Eles nos afastam de nossa verdadeira natureza, que se baseia no amor verdadeiro. Um amor que não julga, e não nos causa e nem ao outro a dor ou sofrimento. Um amor que não nos obriga a desistir ou esconder alguma parte de nós mesmos.

O verdadeiro amor é uma frequência inabalável que flui através de toda a vida. Escolher ser e incorporar o amor significa que nos alinhamos imediatamente com este fluxo constante.

Neste momento, toda a resistência que temos com a vida desaparece, de modo que tudo em nossas vidas flui com muito mais facilidade.


NOSSO EU SUPERIOR: O PODER DO AMOR

Porque temos tantos equívocos sobre o que é realmente o “poder”, muitos têm hesitado a reivindicar o próprio poder inato. Tendemos a associá-lo com o poder mal utilizado, do tipo corrupto ou controlador.

O uso do poder baseado no ego é geralmente um tipo de criatividade mal direcionada – uma forma falsa que a mente criou como resultado de perder a conexão com o seu Eu Superior.

É uma forma de autoproteção que decorre de esquecer que não precisamos estar controlando externamente. Estamos sempre seguros e somos sempre providos, em um nível mais elevado.

Mas nesta era nova e excitante em que estamos agora, estamos nos lembrando coletivamente da verdade de como são realmente poderosos os nossos Eus Superiores.

Este é um poderoso despertar, e que está nos permitindo recuperar plenamente o nosso verdadeiro e autêntico poder, que está interessado exclusivamente em servir ao nosso bem maior e de todos.

Neste momento, quando tantos estão ascendendo à quinta dimensão, estamos nos afastando da dimensão inferior da dualidade, do julgamento e da estreiteza mental.

Isto está nos libertando para sairmos das ilusões do falso poder externo que nos foi mostrado por tanto tempo, e nos dirigindo para o verdadeiro poder de nossa verdadeira natureza interior – e que se baseia no poder do amor.


LIBERANDO O PAPEL DE VÍTIMA

Se houve um momento para liberar os arquétipos de vítima com que nós, como seres humanos, nos identificamos por tanto tempo, é agora.

Podemos honrar estes arquétipos por trabalharem para nos manter seguros e protegidos por milhares de anos. À medida que as nossas mentes olhavam para um mundo perigoso, elas se concentravam puramente na sobrevivência.

Mas sabemos agora que um mundo construído principalmente na ideia da sobrevivência não é um mundo que esteja em alinhamento com quem somos em nossa essência: um Ser Divino, mantendo o Amor como o nosso maior propósito.

Como Seres Divinos de Amor, estamos aqui para fazermos bem mais do que sobrevivermos. Buscamos agora prosperar e amar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor, afirmando que estamos constantemente seguros e protegidos, ainda que as nossas mentes baseadas na sobrevivência possam tentar nos dizer o contrário.

Portanto, agora, ao liberarmos o papel de vítima, podemos alegremente receber o nosso Eu Superior.

Liberar a consciência de vítima significa ter várias ideias de poder, ainda que elas pareçam ir contra a natureza, às vezes.

O primeiro passo é aceitar cada pessoa, cada experiência e cada situação externa que chegue até nós, sem tentar mudá-la.

Não temos que concordar com tudo e com todos que encontramos. Precisamos apenas liberar a necessidade de permitir que as condições externas – e as nossas reações a elas – definam quem nós somos. Através da aceitação, liberamos também a necessidade de nos determos no passado e no que pode ter sido.

O segundo passo poderoso para liberar a consciência de vítima é liberar a necessidade de culpar.

Tendemos a sentir a necessidade de culpar quando algo sai errado, porque nos foi ensinado que há sempre algo ou alguém fora de nós mesmos que está certo/errado, ou que é bom/ruim – alguém ou algo que é responsável pelas nossas experiências.

Estamos em um espaço agora onde sabemos que isto não pode ser verdade. E que culpar os outros sempre nos afasta da paz de nosso Eu Superior.

É por isto que Dalai Lama disse: “Quando você pensar que tudo é culpa de outra pessoa, você sofrerá muito. Quando você perceber que tudo surge apenas de si mesmo, você conhecerá a paz e a alegria.”

Sabemos agora que somos os Criadores de todas as nossas experiências.

Podemos liberar a necessidade de julgar simplesmente percebendo que à medida que operamos a partir de nossos Eus Superiores, reconhecemo-nos como o Criador de tudo o que somos e tudo o que experienciamos.

Quando agimos ou sentimos como os nossos Eus Superiores, fazemos apenas o que está em alinhamento com o nosso coração, liberando o que não esteja.

Culpar a nós mesmos ou a outros nos impede de nos conectarmos com o nosso Eu Superior e Divino.

O terceiro passo para liberar o papel de vítima é assumir plena responsabilidade pelas nossas vidas e nosso bem-estar.

A mentalidade de vítima não aprovará necessariamente este novo comportamento. Ela pode muito bem resistir quando ouvir que somos responsáveis por nossas vidas e bem-estar.

Ela sente que está perdendo o seu emprego. E ela não pode mais ter conforto em se separar, apoiada pela ilusão de que tudo o que precisamos precisa vir a nós de fora de nós mesmos.

É natural sentir esta resistência. Mas quando assumimos a responsabilidade pelas nossas vidas e o nosso bem-estar, nós nos afastamos ativamente da consciência de vítima, e nos dirigimos para a Consciência do Criador.

É na Consciência do Criador que somos capazes de mover montanhas. E neste momento, quando estamos recuperando o nosso verdadeiro poder interior, somos capazes de manifestar a partir do aspecto mais autêntico e poderoso de nós mesmos.

Dar estes três passos apoia ativamente a nossa transição da consciência de vítima para a Consciência do Criador.

À medida que avançamos na Consciência do Criador, lembramos que, no nosso âmago, fomos sempre o próprio Amor.

É isto o que está acontecendo agora.

Estamos nos lembrando de que somos todos uma família. E as ilusões da separação através da raça, gênero, papéis, títulos de cargos, sistemas de classe, estruturas, religiões e orientações sexuais estão se dissolvendo e desaparecendo.

O Amor está fazendo um retorno enorme à consciência da humanidade.

O Amor sempre esteve aqui, mas agora, estará no centro do palco.

Assista este espaço!

Milagrosamente seu,

Emmanuel

Emmanuel Dagher
http://www.emmanueldagher.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

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